muscovita

Foto do Mineral Forma Cristalográfica
 
Cristais micáceos de muscovita

Direções ópticas e cristalográficas

Fórmula Química - KAl2Si3AlO10(OH,F)2
Composição -
  11,82 % K2O, 38,38 % Al2O3, 45,23 % SiO2, 4,29 % H2O
Cristalografia -
Pseudo-hexagonal
        Classe -
Prismática

Propriedades Ópticas -
Biaxial negativo

Hábito -
Micáceo
Clivagem - 
Perfeita em {001}
Dureza -
2 - 2,5
Densidade relativa -
2,76 - 3,1
Brilho -
Vitreo a sedoso
Cor -
Incolor, transparente

Associação -
 Mineral comum, em rochas tais como gnaisses, xistos, granitos, arenitos e pegmatitos, onde forma cristais grandes, atingindo dimensões métricas.

Propriedades Diagnósticas -
Pode ser identificada pelo hábito e cor. 
Ocorrência -
Formada por processos pneumatolíticos, hidrotermais e metamórficos (metamorfismo regional e de contato em condições de temperaturas baixas e altas); forma-se também na cristalização magmática de rochas ácidas, especialmente em fase final, aparecendo nos granitos com duas micas, aplitos e pegmatitos, sendo que nos granitos a maioria dos casos resulta de transformações pós-magmáticas (metamorfismos e hidrotermalismo).
Usos - As variedades exfoliáveis e limpas são principalmente empregadas na construção de aparelhos elétricos, por causa do seu baixo coeficiente de condutibilidade térmica, por resistir a altas temperaturas e choques térmicos, por seu baixo coeficiente de dilatação etc. É usada normalmente em placas, mas seu pó é um bom isolante térmico, e com ele, aglomerado, fabrica-se a mica sintética. Excelente isolante elétrico, sendo usado em condensadores, reostatos, telefones, lâmpadas elétricas e fusíveis. Já se usou também em janelas, como substituto do vidro.

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©Fábio Braz Machado