ALIMENTAÇÃO
EM PEIXES:
Ementa - A disciplina tem por objetivo dar aos
alunos uma noçäo de como se diferenciam os hábitos
alimentares de distintos grupos de peixes; as várias
formas que evoluiram tanto no aspecto morfológico,
como na atuaçäo em procura de alimento. Além
disso pretende colocar em discussäo pontos de vista diversos
segundo vários autores, tanto no que se refere a interpretaçöes
sobre o assunto como nos métodos mais adequados de
investigaçäo. A disciplina envolve atividades práticas sobre os principais métodos de amostragem e análise de hábitos alimentares em peixes, com coletas em campo e estudos de laboratório.
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TAYLOR, C.R.; JOHANSEN, K. & BOLIS, L. 1982. A companion to animal physiology. Cambridge Univ. Press, Cambridge, xv + 365p.
ANIMAIS E AMBIENTE: TOPICOS EM FISIOLOGIA DA ADAPTAÇÄO:
Ementa - Seräo abordados alguns dos mecanismos fisiológicos
que permitem aos animais ocuparem os diversos tipos de ambientes.
Será enfatizado como a estrutura e funçäo
se ajustam, possibilitando os diversos tipos de adaptaçöes.
Bibliografia - LIVROS: BENTLEY, P.J. 1971. Endocrines and osmorregulation. Springer Verlag, Berlin, xvi + 300.
CLOUDSLEY-THOMPSON, J.L. 1978. Form and function in animals. Meadowfiled Press, Durham, 81p.
HEATH, D. & WILLIAMS, D.R. 1979. Life at high altitudes. Edward Arnold, London, 60p.
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HOCHACHKA, P.W. 1980. Living without oxygen-closed and open systems in hypoxia tolerance. Harvard Univ. Press, Cambridge, xii + 146p.
RANDALL, D.J.; BURGGREN W.W.; FARREL, A.P. & HASWELL, M.S. 1981. The evolution of air breathing in vertebrates. Cambridge Univ. Press, Cambridge, vii + 133p.
SWAN, H. 1974. Thermoregulation and bionergetics. Am.Elsevier Publ., New York, xiii + 430p.
PERIÓDICOS - Respiration Physiology, Physiological Zoology, Journal of Comparative Physiology (A e B), Comparative Biochemistry and Physiology (A e B), Journal of experimental Zoology, Journal of experimental Biology, Physiological Reviews, Annual Reviews of Physiology.
BIOLOGIA DA CONSERVAÇÃO DE INSETOS:
Ementa - Nesta disciplina são discutidos aspectos diversos da Biologia da Conservação com ênfase na conservação de insetos, tais como padrões de diversidade de insetos; diversidade e heterogeneidade espacial; diversidade funcional; métodos de monitoramento populacional e de avaliação da diversidade de habitats; riscos de extinção; conservação de espécies e habitats. A disciplina envolve uma atividades práticas em que os alunos desenvolvem as diferentes etapas da elaboração de Planos de Manejo para diferentes grupos de insetos, desde o pré diagnóstico baseado em levantamento de dados bibliográficos e de campo, até a finalização de um plano de ações visando a conservação desses grupos.
Bibliografia - LIVROS: ALTIERI, M.A. Biodiversity and Pest Management in Agroecosystems. Food Products Press. 1994
HUNTER, M.D.; OHGUSHI, T. and P.W. PRICE. Effects of Resource distributuin on Animal ? Plant Interactions. Academic Press Inc. 1992.
LA SALLE, I. and I.D. GAULD (ed.). Hymenoptera and Biodiversity. C.A.B. International. 1993.
MATHESON, A.; S.L. BUCHMANN; C. O'TOOLE; P. WESTRICH and I.H. WILLIAMS (eds.). The Conservation of bees. Academic Press. 1996.
NEW, T.R. Introduction to Invertebrate Conservation Biology. Oxford University Press. 1995.
PICKETT, S.T.A. and P.S. WHITE. The Ecology of Natural Disturbance and Patch Dynamycs. Academic Press. Inc. 1985.
SAMWAYS, M.J. Insect Conservation Biology. Chapman & Hall, 1995.
SOULÉ, M. Conservation Biology. The Science of scarcity and diversity. Sinauer Associates Inc. 1986. PERIÓDICOS: Biological Conservation, Conservation Biology, Agriculture, Ecosystem and Environment, Biodiversity and Conservation, Oryx, Antenna, Environmental Conservation, Oecologia, Environmental Entomology, Journal of Economic Entomology, Journal of Applied Ecology, Journal of Ecology, Journal of insect conservation.
BIOLOGIA DA CONSERVAÇÃO DE MAMÍFEROS AQUÁTICOS:
Ementa - Desde a década de 1980 os mamíferos aquáticos têm sido alvos de diversos esforços de pesquisa no Brasil. De início, os objetivos principais dos grupos de pesquisadores e de estudantes foram de registrar as ocorrências das diferentes espécies para melhor conhecer as mesmas. A partir do final da década de 1990, os esforços de observação passaram a ter outra conotação, envolvendo as mais diversas áreas de biologia, ecologia e oceanografia, adentrando finalmente os programas de pós-graduação como forma de conduzir tais esforços de pesquisa. Entretanto, com base na recente influência das sociedades humanas modernas na redução da qualidade de vida em diversos ecossistemas, torna-se latente direcionar os estudos sobre os mamíferos aquáticos para a área biologia da conservação das espécies envolvidas. Este é o principal objetivo desta disciplina que irá abordar os aspectos principais relacionados à biologia da conservação de mamíferos aquáticos. Paralelos com outros grupos de vertebrados poderão ser traçados, porém a ênfase será dada aos cetáceos (principalmente), pinípedes e sirênios.
Bibliografia - HAMMOND, P. S., MIZROCH, S. A. & DONOVAN, G. P. (EDS.) 1990. Individual recognition of cetaceans: use of photo-identification and other techniques to estimate population parameters. Reports of the International Whaling Commission, special issue 12. Cambridge, UK.
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PERRIN, W. F. & MYRICK JR, A.C. (Eds.) 1980. Age determination of toothed whales and sirenians. International Whaling Commission, special issue 3. Cambridge, U.K.
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Twiss Jr., J & Reeves. R. (Eds) 1999. Conservation and Management of Marine Mammals. Smithsonian Institution Press, Washington and London.
BIOLOGIA DA REPRODUÇÃO NOS INSETOS:
Ementa - A referida disciplina tratará dos diversos aspectos
da reprodução nos insetos, trazendo noções
sobre morfologia interna e externa do sistema reprodutor,
bem como comportamento de cópula.
Bibliografia - LIVROS: BAILEY, W.J.; RIDSDILL-SMITH, J. Reproductive Behavior of Insect. Chapman and Hall, 339p.
BREED, M.S.M.D., MICHENER, C.D., EVANS, H.E. The biology of social insects, eds. Westwlewss Press, Boulder, Colorado, 1982.
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PASSERA, L. L'organization sociale des fourmis. Toulouse: Edition Provat, 369p.
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BIOLOGIA E MORFOLOGIA DE ABELHAS SOCIAIS:
Ementa - O curso visa um melhor conhecimento da Biologia das Abelhas Sociais com ênfase em aspectos comportamentais relacionados à alimentação, nidificação e organização social, aspectos estes diretamente relacionados com as respostas desse grupo a alterações ambientais.
Bibliografia - CHAUVIN, R. 1968. Traité de Bioçologie de l'Abeille. Masson et Cie. Paris.
CRANE, E. and WALKER, P. 1893. The impact of Pest Management on Bee and Pollination. International Bee Research Association.
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HERMANN, H.R. Social Insects. Academic Press, New York. USA. III vol.
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MORITZ, R.F.A. and SOUTHWICK, E.E. Bees as superorganisms: An Evolutionary Reality. Spring Verlag, New York, USA, 395p.
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BIOLOGIA DE DIPLÓPODOS:
Ementa - A disciplina abordará
tópicos sobre a biologia dos milípedes em geral,
considerando-se a morfologia externa e interna, noções
básicas para diferenciação dos principais
grupos taxonômicos e a importância ecológica
do grupo.
Bibliografia - LIVROS: Camatini, M. (ed.) Myriapod Biology. Londres: Academic Press, 1979, 156 p.
Demange, J.M. Les Mille-Pattes-Myriapodes. Paris: Soc. Nouv. Des Ed. N. Boubée, 1980, 288p.
Hoffman, R.L. Classification of the Diplopoda.Genebra: Museum D’Historie Naturelle, 1979, 238p.
Hoffman, R.L. Diplopoda. In: Parker, S.P. (ed.) Synopsis and classification of living organisms. Nova Iorque: McGraw Hill Publ., 1982, p.. 689-724.
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Sierwald, P.; Bond, J.E. Myriapod class Diplopoda (Millipeds): Taxonomic diversity and Phylogeny. Annu. Rev. Entomol., 52:401-20, 2007.
PERIÓDICOS: Amazoniana, Studies on Neotropical Fauna and Environment, Millepattia, Papéis Avulsos de Zoologia, Revista Brasileira de Zoologia, Revista Brasileira de Genética, Revista Brasileira de Biologia, Z.f.Zool.Syst.u.Evol.
BIOLOGIA DE GRILOS:
Ementa - A disciplina abordará tópicos sobre a história natural dos grilos, com ênfase na sistemática dos Gryllidae e nos mecanismos de produção de sinais acústicos; neste contexto será discutido o comportamento reprodutivo do grupo. A disciplina prevê o desenvolvimento de atividades práticas de campo e laboratório sobre bioacústica como ferramenta de estudo.
Bibliografia - AMORIM, D. de S. Elementos Básicos de Sistemática Filogenética. 2ªed. Ribeirão Preto: Holos Editora Ltda, 2002. 156p.
BAILEY, W. J. Acoustic behavior of insects. Cambridge, Great Britain by the University Press, 1991. 225p.
BAILEY, W. J., RIDSDILL-SMITH, J. Reproductive behavior of insects. New York: Chapman & Hall, 1991. 339p.
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LEROY, Y. L’univers sonore animal. Paris: Gauthier-villars, 1979. 350p.
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PAPAVERO, N. Fundamentos práticos de taxonomia zoológica. 2.ed. São Paulo: Universidade Estadual Paulista, 1994. 285p.
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SNODGRASS, R. E. Principles of insect morphology. New York and London: Third Impression, 1935. 667p.
BIOLOGIA DE PEIXES:
Ementa - Introduzir o aluno na
biologia de peixes, fornecendo elementos básicos para
estudos sobre diversificaçäo populacional, reproduçäo,
alimentaçäo, crescimento e dinâmica. O aluno participa de trabalhos de campo envolvendo métodos de coleta e estudos de hábitos alimentares bem como de aulas práticas em laboratório sobre esrutura populacional.
Bibliografia - LIVROS: NIKOLSKII, G.V. 1963. The ecology of fishes. Academic Press. London & New York. 352p.
NIKOLSKII, G.V. 1969. Theory of fish population dynamics. Oliver & Boyd. Edimburgh. 321p.
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VAZZOLER, A.E.A. DE M. 1981. Manual de métodos para estudos biológicos de populaçöes de peixes: reproduçäo e crescimento. Brasília, CNPq. Programa Nacional de Zoologia. 108p.
WEATHERLEY, A.W. 1972. Growth and ecology of fish populations. Academic Press. London & New York. 293p. PERIÓDICOS: Bolm Inst. Oceanog.- Säo Paulo, Fish. Bull., U.S.
BIOLOGIA DE POPULAÇÕES - CONCEITOS E
MODELOS:
Ementa - Introdução à biologia
de populações. Modelagem matemática aplicada
a processos biológicos. Interações intra
e interespecíficas. Crescimento populacional dependente
e independente da densidade. Genética populacional.
Evolução de características bionômicas.
Interações presa-predador e hospedeiro-parasitóide.
Doenças e patógenos.
Bibliografia - LIVROS: AKÇAKAYA, H. R., BURGMAN, M. A. & GINZBURG, L. R. 1999. Applied population ecology. Principles and exercises using RAMAS@ EcoLab 2.0. Sunderland, Sinauer Associates, 285 p.
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TURCHIN, P. 2003. Complex population dynamics. A theoretical/ empirical synthesis. Princeton, Princeton University Press, 450 p.
UNDERWOOD, A. J. 1997. Experiments in ecology. Their logical design and interpretation using analysis of variance. Cambridge, Cambridge University Press, 504 p.
YANG, H. M. 2001. Epidemiologia matemática. Estudo dos efeitos da vacinação em doenças de transmissão direta. Campinas, Editora da Unicamp, 239 p.
ZILL, D. G. 2003. Equações diferenciais com aplicações em modelagem. São Paulo, Thomson, 492 p. PERIÓDICOS: Biological Journal of the Linnean Society, Ecological Modelling, Ecological Monographs, Ecology, Evolution, Journal of Animal Ecology, Journal of Mathematical Biology, Journal of Theoretical Biology, Mathematical Biosciences, Nature, Oecologia, Oikos, Philosophical Transactions of the Royal Society (London) Series B, Physica D, Proceedings of The Royal Society of London, Science, The American Naturalist, Theoretical Population Biology, Trends in Ecology and Evolution.
BIOLOGIA DE VESPAS:
Ementa - Classificação e distribuição geográfica. Morfologia e fisiologia de larvas e adultos. Desenvolvimento pós-embrionário e instares larvais. Ciclo Biológico. Fenologia. Tabelas de vida. Parasitas, predadores e comensais. Papel das vespas no ambiente e uso no controle biológico de pragas agrícolas. Defesa do ninho e relações com seres humanos. Identificação, coleta, preservação e métodos de estudos, por meio de atividades práticas de campo e laboratório.
Bibliografia - BOHART, R.M. & A.S. MENKE. 1976. Sphecid Wasps of the World, a Generic Revision. Berkeley, Univ. California Press. 695 p.
CARPENTER , J.M. & O. M. MARQUES. 2001. Contribuição ao Estudo dos Vespídeos do Brasil (Insecta, Hymenoptera, Vespoidea, Vespidae). Série Publicações Digitais, vol. 2, versão 1.0. Universidade Federal da Bahia.
DALY, V.H., J.T. DOYEN & A.H. PURCELL III. Introduction to Insect Biology and Diversity. 2a.ed. Oxford University Press. 680 p.
EDWARDS, R. 1980. Social Wasps, their Biology and Control. Felcourt, Rentokil . 398 p.
EVANS, H.E. & M.J. WEST-EBERHARD. 1970. The Wasps. Ann Arbor, Univ. Michigan Press. 265 p.
GILLOTT, C. 1995. Entomology. 2a. Ed. New York, Plenum Press. 798 p.
H. R. HERMANN (ed.) Social Insects, vol. IV. New York, Academic Press. 385 p.
ITÔ, Y. 1993. Behaviour and Social Evolution of Wasps, The Communal Aggregation Hypothesis. Oxford, Oxford University Press. 159 p.
OSTER, & E.O. WILSON. 1978. Caste and Ecology in the Social Insects. Princeton, Princeton University Press. 352 p.
RICHARDS, O.W. 1978. The Social Wasps of the Americas, excluding the Vespinae. London, British Museum (Natural History). 580 p.
ROSS, K.G. & R.W. MATTEWS. 1991. The Social Biology of Wasps. Ithaca, Cornell University Press. 678 p.
SPRADBERY, J.P. 1973. Wasps: an Account of the Biology and Natural History of Solitary and Social Wasps. London, Sidwick & Jackson. 408 p.
TURILLAZZI, S. & M.J. WEST-EBERHARD. 1996. Natural History and Evolution of Paper-Wasps. Oxford University Press. 400 p.
WILSON, E.O. 1971. The Insect Societies. Cambridge, Belknap Press. 548 p.
WILSON, E.O. 1978. Sociobiology: the New Synthesis. Cambridge, Harvard University Press. PERIÓDICOS: Annals of the Entomological Society of America, Animal Behavior, Behaviour, Behavioral Ecology and Sociobiology, Biological Review, Biotropica, Ecology, Evolution, Insectes Sociaux, Journal of Biosciences, Journal of Hymenoptera Research, Journal of the Kansas Entomological Society, Naturalia, Neotropical Entomology, Revista Brasileira de Entomologia, Revista Brasileira de Zoociências, Revista de Biologia Tropical, Sociobiology, The American Naturalist.
BIOLOGIA E COMPORTAMENTO DOS ANFIBIOS:
Ementa - A disciplina aborda os diferentes aspectos da biologia e dos anfíbios, tais como história natural, biologia, ecologia e distribuição, com especial atenção à biologia comportamental de espécies brasileiras. São tratadas tanto a fase larval como a pós-metamórfica e uma ênfase especial é dada à questão reprodutiva. Os anuros, grupo preponderante dentre os Amphibia, são tratados com mais detalhes.
A disciplina inclui excursões didáticas para estudos em campo sobre diversidade, padrões de distribuição espacial de adultos e formas larvais bem como para o emprego de técnicas de bioacústica, completadas por estudos no laboratório de bioacústica.
Bibliografia - LIVROS: COCHRAN, D.M. 1955. Frogs of southeastern Brazil. Bulletin of the United States National Museum 206: 1-423. USA.
DUELLMAN, W.E. 1999. Patterns of distribution of amphibians: A Global Perspective. The Johns Hopkins University Press, Baltimore, USA.
DUELLMAN, W.E. & L. TRUEB. 1986. Biology of Amphibians. McGraw-Hill, New York, New York, USA.
HEATWOLE, H. & B.K. SULLIVAN, (eds.) 1995. Amphibian Biology, vol. 2: Social Behaviour. Surrey Beatty & Sons, Chipping Norton, Australia.
HEYER, W.R.; DONNELLY, M.A.: McDIARMID, R.W.; HAYEK, L.C. & M.S. FOSTER. 1994. Measuring and monitoring biological diversity: Standard Methods for Amphibians. Smithsonian Institution Press, Washington, USA.
MCDIARMID, R.W. & R. ALTIG. 1999. Tadpoles: The Biology of Anuran Larvae. The University of Chicago Press, Chicago, USA.
POUGH, F.H.; ANDREWS, R.M.; CADLE, J.E.; CRUMP, M.L.; SAVITZKY, A.H. & K.D. WELLS (eds.). 1998. Herpetology. Prentice Hall, Upper Saddle River, NJ, USA.
RYAN, M.J. 2001. Anuran Communication. Smithsonian Institution Press, Washington, USA.
STEBBINS, R.C. & N.W. COHEN. 1995. A Natural History of Amphibians. Princeton University Press, Princeton, NJ, USA. ZUG, G.R.; VITT, L.J. & J.P. DALDWELL. 2001. Herpetology: An Introductory Biology of Amphibians and Reptiles. Second Edition. Academic Press, San Diego, CA, USA. PERIÓDICOS: Copeia, Journal of Herpetology, Herpetologia, Amphibia-Reptilia, Herpetological Monographs, Herpetological Review, Herpetological Journal, Evolution, Animal Behaviour.
BIOLOGIA E TAXONOMIA DE CHONDRICHTHYES:
Ementa - Introdução Geral; Classificação e Características Gerais de Chondrichthyes; Origem e História Evolutiva; Morfologia Geral Externa e Interna; Morfometria; Diversidade e Identificação de Chondrichthyes Brasileiros; Padrões de Distribuição; Biologia Reprodutiva; Biologia Alimentar e Mecanismos de Alimentação; Idade e Crescimento; Biologia Sensorial; Pesca e Outras Ameaças às Populações; Conservação; Relações com o Homem (Ataques de Tubarões e Acidentes com Raias-de-Água-Doce); Estado Atual Sobre as Pesquisas com Chondrichthyes no Brasil.
Bibliografia - LIVROS: Carrier, J.; Musick, J. A. & Heithaus, M. R. 2004. Biology of Sharks and Their Relatives. CRC Press. 608 p.
Hamlett, W. C. 1999 (ed.) Sharks, Skates, and Rays. The Biology of Elasmobranch Fishes. Johns Hopkins University Press, Baltimore. 515 p.
Moss, S. A. 1984. Sharks: an Introduction for the Amateur Naturalist. Prentice-Hall, Inc., Englewood Cliffs, New Jersey.246 p.
Shuttleworth, R.J. (ed.) 1988 Physiology of Elasmobranch Fishes. Springer-Verlag, Berlin, New York, London. 324 p.
Tricas, T. & Gruber, S.H. (eds.) 2002. The Behaviour and Sensory Biology of Elasmobranch Fishes. An Anthology in Memory of Donald Richard Nelson.
Kluwer Academic Publishers. 319 p.
COMPLEMENTOS: Compagno, L. J. V. 1984 FAO Species Catalogue. Vol. 4. Sharks of the World. An Annotated and Illustrated Catalogue of Shark Species Known to Date. Part l. Hexanchiformes to Lamniformes. FAO Fish. Synop., 4(125): 1-249.
Compagno. L. J. V. 1984 FAO Species Catalogue . Vol. 4. Sharks of the World. A, Annotated and Illustrated Catalogue of Shark Species Known to Date. Part 2. Carcharhiniformes. FAO Fish. Synop., 4 (125): 251-655.
Figueiredo, J. L. 1977 Manual de Peixes Marinhos do Sudeste do Brasil. I. Introdução. Cações, Raias e Quimeras. Museu de Zoologia, Universidade de São Paulo. 104 p.
Last, P. R. & J. D. Stevens 1994. Sharks and Rays of Australia. CSIRO, Australia. 513 p.
Pratt, H. W.; Gruber, S. H. & Taniuchi, T. (ed.) 1990 Elasmobranchs as living resources: advances in the biology, ecology, systematics, and the status of the fisheries. NOAA Tech. Rep. NMFS, 90. 518 p. Fowler, S, Reed, T. M. & Dipper, F. A. (eds.) 2002. Elasmobranch Biodiversity, Conservation and Management. Procceedings of the International Seminar and Workshop, Sabah, Malaysia, July 1997. Occasional papers of the IUCN Species Survival Comission, 25. 258 p.Wourms, J. & Demski, L.. (eds.) 1993 Reproduction and Development of Sharks, Skates, Rays and Ratfishes. Kluwer Academic Publishers. 270 p. PERIÓDICOS: Arquivos de Ciências do Mar, Biota Neotropica, Bulletin of Marine Science, Copeia, Cybium, Environmental Biology of Fishes, Fisheries Research, Fishery Bulletin, ICES Journal of Marine Sciences, Journal of Fish Biology, Journal of the Marine, Association of the United Kingdon, Marine Biology, Marine & Freshwater Research, Revista Brasileira de Biologia, Revista Brasileira de Zoologia, Ichthyological Research. WEBPAGES: 1. Apex Predator Programm (http://na.nefsc.noaa.gov/sharks/)
2. Biodiversidade de Elasmobrânquios Marinhos do Brasil
(http://www.bdt.fat.org.br/workshop/costa/elasmo/)
3. Pesquisa com Elasmobrânquios no Aquário de Monterey
(http://homepage.mac.com/mollet/)
4, Raias de Água Doce (http://www.potamotrygon.de/)
5. ReefQuest Marine Projects (http://www.reefquest.com/)
6. Global Shark Assessment
(http://as01.ucis.dal.ca/sharks/content.php?lang=en&i=9)
7. Projeto Cação (http://www.csv.unesp.br/pesquisa/proj_cacao/proj_cacao.htm)
8. Arquivo Intermacional de Ataques de Tubarões (http://www.flmnh.ufl.edu/fish/sharks/ISAF/ISAF.htm)
BIOLOGIA REPRODUTIVA DOS VERTEBRADOS:
Ementa - Bases evolutivas e ecológicas do comportamento reprodutivo dos vertebrados; Conceitos fundamentais da ecologia comportamental; Métodos de estudo; Evolução das histórias de vida, trade-offs e aptidão; Hormônios e o comportamento reprodutivo; Seleção de hábitat, dispersão e migração; Seleção sexual, sistemas de acasalamento, alocação sexual, sucesso reprodutivo; A evolução da comunicação e do comportamento social; Ecologia reprodutiva dos vertebrados e conservação.
Bibliografia - LIVROS: ALCOCK, J. 2001. Animal behavior: an evolutionary approach. Sinauer Associates, Massachusetts. 543p.
ALTMANN, J. 1974. Observational study of behavior: sampling methods. Behaviour 15: 227-267.
BEGON, M.; TOWNSEND, C.A., HARPER, J.L. 2006. Ecology: from individuals to ecosystems. 4ed. Blackwell Publishing. 738p.
BROOKS, D.R., McLENNAN, D.A. 1991. Phylogeny, ecology, and behavior. The Univ. of Chicago Press, Chicago. 434p.
CLUTTON-BROCK, T.H. 1991. The evolution of parental care. Princeton Univ. Press, Princeton. 352p.
CLUTTON-BROCK, T.H. (ed.). 1988. Reproductive success: Studies of individual variation in contrasting breeding systems. The Univ. of Chicago Press, London. 538p.
DANCHIN, E., GIRALDEAU, L-A., CÉZILLY, F. (ed). 2008. Behavioural Ecology: An Evolutionary Perspective on Behaviour. Oxford Univ. Press. 874p.
HALLIDAY, T.R., SLATER, P.J.B. (ed). 1983. Animal behaviour (1): Causes and effects. Blackwell Scientific Publications. 228p.
HALLIDAY, T.R., SLATER, P.J.B. (ed). 1983. Animal behaviour (2): Communication. W.H. Freeman and Company, New York. 225p.
KREBS, J.R., DAVIES, N.B. 1996. Introdução à ecologia comportamental. 3ed. Atheneu Editora, São Paulo. 420p.
LEHNER, P.N. 2000. A handbook of ethological methods. Cambridge Univ. Press, Cambridge. 672p.
MANNING, A., DAWKINS, M.S. 1998. An introduction to animal behaviour. Cambridge Univ. Press, Cambridge. 450p
POUGH, F. H., JANIS, C. M., HEISER, J. B. 2003. A vida dos vertebrados. 3ed. Atheneu Editora, São Paulo. 699p.
RIDLEY, M. 1995. Animal Behavior. Blackwell Scientific Publications. London. 288 p.
SLATER, P.J.B. & HALLIDAY, T.R. 1994. Behaviour and Evolution. Cambridge University Press, London. 348 p.
STEARNS, S.C., HOEKSTRA, R.F. 2003. Evolução: uma introdução. Atheneu Editora, São Paulo. 379p.
WILSON, E.O. 1980. Sociobiology. The Belknap Press of Harvard Univ. Press. 366p.
PERIÓDICOS: Advances in the Study of Behavior, Animal Behaviour, Behavioral Ecology, Behavioral Ecology and Sociobiology, Behavior Genetics, BioScience, Ethology, Ethology Ecology & Evolution, Journal of the Experimental Analysis of Behavior, Molecular Ecology, Nature, Science, Trends in Ecology and Evolution.
DESENVOLVIMENTO DE INSETOS E SUA HISTÓRIA NATURAL:
Ementa - Mostrar por meio de estudos anatomo-histológicos os processos de embriogênese e de desenvolvimento pós-embrionário contemplando, também, os aspectos físicos, bioquímicos e taxonômicos relacionados com os insetos até o início da fase adulta.
A disciplina envolve atividades práticas de laboratório para os estudos de anatomia e histologia.
Bibliografia - BORROR, J.B., DELONG, D.W. Introdução ao estudo dos insetos. São Paulo: Edgar Blücher, 1988. 653p.
CHAPMAN, R.F. The insects: structure and function. New York: Pergamont, 1998. 714pp.
CRUZ-LANDIN, C. Abelhas: Morfologia e função dos sistemas. São Paulo: EDUNESP 2009
DYAR, H. G. The number of molts of Lepidopterous larvae. Psyche v. 5, p.420-22, 1890.
EISNER, T. For love of insects. Cambrigde: Belknap Havard. 2005.
EISNER, T, EISNER, M., SIEGLER, M. Secret weapons. Cambrigde: Belknap Havard 2005.
GRASSÉ, P.P. Traité de Zoologie: Insectes Supérieurs et Hémipteróides. Paris: Massons, 1951.
GILLOTT, C. Entomology. London: Plenum Press, 1995. 729p.
GULLAN, P.J., CRANSTON, P.S. The Insects: an outline of entomology. Carlton: Blackwell Science, 2000. 470p.
MERRIT, R.W., CUMMINS, K.W. An introction of the aquatic insects of North America. Dubuque: Kendal/Hunt, 1984.722pp.
NELSON, J.A. The embryology of the honney bee. London: Princeton University, 1915. 282p.
NELSON, J.A. Anatomy of honey bee. J. Agric. Res. v.28, p.1167-1229, 1924.
PARRA, J.R.P. Técnicas de criação de insetos para programas de controle biológico. Piracicaba: FEALQ, 1999. 137pp.
PARRA, J.R.P., M.DE L. HADDAD Determinação do número de instares de insetos. Piracicaba: FEALQ, 1989. 49pp.
RICHARDS, O.W., DAVIES, R.G. Imm's general textbook of entomology. London: Chapman & Hall. 1977. v.1, 418p.
RICHARDS, O.W., DAVIES, R.G. Tratado de entomología Imms. Barcelona: Omega ediciones. 1984. v.2, 998p.
WHEELER, C.G, WHEELER, J. Larvae of Social Hymenoptera. In: H.R. HERMANN, Social insects. London: Academic Press, 1979.
WILSON, E.O. The insect societies. Cambridge: The Belknap, 1971. 548 p. WIGGLESWORTH, V.B. The principles of insect physiology. New York :John Wiley & Sons, 1972. 827p.
DINAMICA DA POPULAÇÄO DE PEIXES:
Ementa - Dinâmica da população, crescimento e rendimento por recruta - referencial teórico e técnicas de estudo. Ojetivo do curso - capacitar o estudante a desenvolver um juízo crítico sobre o assunto e ensiná-lo a analisar seus próprios dados.
Bibliografia - LIVROS: AKÇAKAYA, H.R., M.A. BURGMAN E L.R. GINZBURG. 1999. Applied Population Ecology. Principles and Computer Exercises Using Ramas@. Sinauer, Sunderland, 285p.
BARTLET, M.S. 1960. Stochastic Population Models in Ecology and Epidemiology. Methuen's Monographs on Applied Probability and Statistics. Methuen, London, 90p.
BASSANEZI, R.C. E e W.C. FERREIRA Jr..1988. Equações Diferenciais com Aplicações.Harbra, São Paulo, Brasil,572p.
BEGON, M., M. MORTIMER E D.J. THOMPSON.1996. Population Ecology. Blackwell Science, Oxford, 247p.
BROWN, D. e P. ROTHERY.1993. Models in Biology: mathematics, Statistics and Computing. Wiley, Chichester, UK, 688p.
CASE, T.J.2000. An Illustrated Guide to Theoretical Ecology.Oxford University Press, NY, USA, 449p.
EDELSTEIN-KESHET, L.Mathematical Models in Biology. McGraw-Hill, Mexico, 585p.
GALLUCCI, V.F., S.B. SAILA, D.J. GUSTAFSON e B.F. ROTHSCILD (eds.).1996. Stock Assessment. Quantitative Methods and Appkications for Small-Scake Fisheries. Lewis Publishers, Boca Raton, USA, 527p.
GILLMAN, M. e R. HAILS.1997. An Introduction to Ecological Modelling. Blackwell Science, Oxford, UK, 202p.
GOTELLI, N.J.2001. A Primer of Ecology.3a. ed., Sinauer, Sunderland, USA, 265p.
GULLAND, J.A. 1975. Manual of Methods for Fish Stock Assessment. Part 1. Fish Population
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HADDON, M. 2001. Modelling and Quantitative Methods in Fisheries. Chapman&Hall/CRC, Boca Raton, USA,406p.
HALL, S.J. 1999. The effects of Fishing on Marine Ecosystems and Communities. Blackwell Science, Oxford, UK, 274p.
HILBORN, R. e M.ANGEL.1997. The Ecological Detective. Confronting Models with Data. Monographs in Population Biology.Princeton University Press, Princeton, 315p.
HILBORN, R. e C.J.W WALTERS.1992. Quantitative Fisheries Stock Assessment. Choice, Dynamics & Uncertainty. Chapman and Hall, NY, 570p.
KING, M. 1995. Fisheries Biology, Assessment and Management. Fishing News Books, Oxford, UK, 341p.
MURRAY, J.D.1989. Mathematical Biology. Springer-Verlag, Berlin, RFA, 770p.
NEWMAN, EI.1993. Applied Ecology. Blackwell Science, Oxford,317p.
NIKOLSKI,G.V.1969. Fish Population Dynamics. Oliver and Boyd, Edinburgh,UK, 323p.
PIELOU, E.C. 1969. An Introduction to Mathematical Ecology. Wiley, N.Y., 286p.
QUINN II, T.J. e R.B. DERISO.1999. Quantitaive Fish Dynamics. Oxford University Press, Oxford, 542p.
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ROSS, M.R. 1997. Fisheries Conservation and Management. Prentice Hall, Upper Saddle River, USA, 374p.
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ROTHSCHILD, B.J. 1986. Dynamics of Marine Fish Population. Harvard University Press, Cambridge, USA, 277p.
SPARRE, P e S.C. VENEMA.1997. Introduçãp à Avaliação de Mananciais de Peixes Tropicais. Partes 1 e 2. FAO, Roma,498p.
VANDERMEER, J.1981 Elementary Mathematical Ecology. Wiley, N.Y., USA, 294p.
WEATHERLEY, A.H. 1972. Growth and Ecology of Fish Populations. Academic Press, London: 293p.
WELCOMME, R.L.1979. Fisheries Ecology of Floodplain Rivers . Longman, London, 317p.
WELCOMME, R.L.2001. Inland Fisheries. Fishing News Books/FAO, Oxford, Fisheries Ecology of Floodplain Rivers . Longman, London, 358p.
PERIÓDICOS: Atlântica - FURG – RS, Boletim do IOUSP, Canadian Journal of Fisheries and Aquatic Sciences – Canadá, Fisheries Management and Ecology – UK, Fisheries Research – Holanda, Journal of Fish Biology – UK, Journal du Conseil - UK/França,
North American Journal of Fisheries Management – USA, Transactions of the American Fisheries Society – USA, Fisheries Bulletin – USA, Revista do Instituto de Pesca - SP.
ECOLOGIA DOS COSTÕES ROCHOSOS:
Ementa - Ciclo de marés e amplitude entre-marés; métodos de monitoramento no terreno (teoria e prática); zonação vertical; interação entre o ambiente pelágico e o bentos; ecologia do suprimento; interações biológicas; efeito de cascata; sucessão; o conceito de `espécies-chave?; influência de fatores físicos. A disciplina prevê excursões didáticas para áreas de costões rochosos para o levantamento de dados de campo e aplicação dos métodos de estudos.
Bibliografia - LIVROS: Bertness, M. D. 1999. The Ecology of Atlantic Shorelines. Sinauer, Massachussets
Bertness, M. D.; S. D. Gaines & M. E. Hay (Eds). 2001. Marine Community Ecology. Sinauer, Massachusetts.
Hawkins, S. J. & H. D. Jones. 1992. Marine field course guide. 1 Rocky shores. Immel Publisihng, London.
Joly, A. B. 1965. Flora marinha do litoral norte do Estado de São Paulo e regiões circunvizinhas. Bolm Fac. Filos. Ciên. Letras, Univ. S. Paulo, n. 294, Botânica, 21:1-393.
Knox, G. A. 2000. The ecology of seashores. CRC Press.
Lewis, J. R. 1964. The ecology of rocky shores. English Universities Press Ltd, London
Little, C. & J. A. Kitching. 1996. The biology of rocky shores (biology of habitats). Oxford University Press.
Open University. 2001. Waves, tides and shallow-water processes. Butterworth-Heinemann.
Pereira, R. C. & A. Soares-Gomes. 2002. Biologia marinha. Editora Interciência ltda.
Rios, E. 1994. Seashells of Brazil, 2nd edition. Editora da FURG, Rio Grande.
Stephenson T. A. & A. Stephenson. 1972. Life between tidemarks on rocky shores. W.H. Freeman and Co. PERIÓDICOS: American Naturalist, Bulletin of Marine Science, Ecological monographs, Ecology, Journal of Experimental Marine Biology and Ecology, Marine Biology, Marine Ecology Progress Series, Nature, Oecologia, Oikos, Trends in Ecology and Evolution.
ENERGÉTICA DE VERTEBRADOS ENDOTÉRMICOS:
Ementa - Aspectos téoricos: Histórico, termodinâmica
e energética, terminologia e unidades, elementos do
orçamento de energia, teorias sobre a evolução
da endotermia. Aspectos Práticos: Métodos, Exercícios
para determinação da relação metabolismo
vs temperatura e quantificação de parâmetros
energéticos.
Bibliografia - LIVROS: * Alexander, R.M. 1999. Energy of Animal Life. Oxford University Press.
* Barbosa, P., Parker, K.L. & Hume, I.D. 2009. Integrative Wildlife Nutrition. Springer, Verlag.
* Bradashw, D. 2003. Vertebrate Ecophysiology. Cambridge University Press.
* Brown, J.H. & West, G.B. 2000. Scaling in Biology. Oxford University Press.
* Bozinovic, F. 2003. Fisiología Ecológica y Evolutiva de Animales y Plantas: Conceptos y Casos de Estudio. Ediciones Universidad Católica de Chile. Santiago, Chile
* Calow, P. 2008. Evolutionary Physiological Ecology. 1st edition (electronic edition). Cambridge University Press, Cambridge.
* Hill, R.W., Wyse, G.A. & Anderson, M. 2008. Animal Physiology. Sinauer Associates Inc.
* Lighton, J.R.B. 2008. Measuring Metabolic Rates: A Manual for Scientists. Oxford University Press
* Louw, G. 1997. Physiological Animal Ecology. Longman, London.
* Karasov, W.H. & Del-Rio, C.M. 2007. Physiological Ecology: How Animals Process Energy, Nutrients, and Toxins Princeton University Press, Princeton.
* McNab, B.K. 2002. The Physiological Ecology of Vertebrates. A View from Energetics. Comstock, Cornell.
* Speakman, J.R. 2002. Body Composition Analysis of Animals: a Handbook of Non-Destructive Methods. Cambridge Uniersity Press.
* Tomasi, T.E. & Horton, T.H. 1993. Mammalian Energetics: Interdisciplinary Views of Metabolism and Reproduction. Comstock Pub. Association. PERIÓDICOS: American Journal of Physiology, American Naturalist, American Zoologist, American Scientist, Animal Behaviour, Canadian Journal of Zoology, Comparative Biochemistry and Physiology A, Condor, Ecology, Evolution, Functional Ecology, Journal of Comparative Physiology A, Journal of Experimental Biology, Journal of Mammalogy, Journal of Zoology, Nature, Oecologia, Physiological and Biochemical, Zoology, Science, Scientific American, The Auk, Trends in Ecology and Evolution.
ENTOMOLOGIA APLICADA:
Ementa - Nesta disciplina o aluno entra em contato com os principais grupos de insetos associados a ambientes agrícolas e demais ambientes antrópicos, com ênfase nos métodos de estudo, identificação de danos potenciais e métodos de controle. A disciplina envolve atividades práticas como excursões didáticas, coleta e identificação de espécies, elaboração de uma coleção de referência.
Bibliografia - LIVROS: AMARAL, E. & ALVES, S.B. 1979. Insetos Uteis. Livroceres, 188p.
BORROR, D.J. & LONG, D.E. 1969. Introduçäo ao Estudo dos insetos. Traduçäo: USAID e Ed. Edgard Blücher Ltda., Rio de Janeiro, 653p.
CARRERA, M. 1989. Entomologia para você. 2a. reimpressäo. Nobel, 185p.
CARRERA, M. 1991. Insetos, Lendas e Histórias. Thesaurus, Brasília, 137p.
CARRERA, M. 1991. Insetos de Interese Médico e Veterinário. Univ. Federal do Paraná, 228p.
COSTA LIMA, A. DE. 1938/62. Insetos do Brasil. Série Didática. 12 Tomos. Rio de Janeiro. Escola Nacional de Agronomia.
CONSOLI, R.A.G.B. & OLIVEIRA, R.L. 1994. Principais mosquitos de importância sanitária no Brasil. Editora Fio Cruz, 225p.
CUMMINS, K.W.; MILLER, L.D.; SMITH, N.A. & FOX, M. 1965. Experimental Entomology. Reinhold Publishing Corp., Chapman and Hall Ltd., London.
FAEGRI, K. & van der PIJL, L. 1979. The principles of pollination Ecology, Pergamon Press. London, 244p.
FORATTINI, O.P. 1962/65. Entomologia Médica. 4 vol. Edit. Univ. de Säo Paulo.
GALLO, D.A. & Colabors. 1988. Manual de Entomologia Agrícola. Ed. Agronômica Ceres. Säo Paulo, 2a. ediçäo, 649p.
LENKO, K. & PAPAVERO, N. 1979. Insetos no Folclore. Conselho Estadual de Artes e Ciências Humanas, 518p.
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METCALF, C.L. ; FLINT, W.P. & METCALF, R.L. 1951. Destructive and Useful Insects. McGraw-Hill Book Company, Inc. New York. 1071p.
MUNRO, J.W. 1966. Pests of stored produts, Hutchinzon of London, 234p.
NAKANO, O.; SILVEIRA, S.N. & ZUCCHI, R.A. 1981. Entomologia Econômica. Livroceres Ltda. Säo Paulo, 314p.
PESSOA, S. & MARTINS, A.V. 1978. Parasitologia Médica. Guanabara Koogan. 10a. Ed.,986p. ZUCCHI, R.A.; SILVEIRA NETO, S. & NAKANO, O. 1993. Guia de Identificação de pragas agrícolas FEALQ. 139p.
ENTOMOLOGIA URBANA:
Ementa - Pretende-se capacitar os alunos a compreenderem aspectos da identificação, biologia, monitoramento e controle dos principais insetos que ocorrem na área urbana e, dentro dos conhecimento atuais, propiciar soluções técnicas que não sejam dissociadas da proteção do meio ambiente. A disciplina prevê o desenvolvimento de atividades práticas envolvendo coleta e identificação de espécies associadas a ambientes urbanos.
Bibliografia - LIVROS: Handbook of urban insects and arachnids Robinson, W. H.
McIntyre Nancy E.Ecology of Urban Arthropods: A Review and a Call to Action. Annals of the Entomological Society of America 93(4):825-835. 2000
Bennet, G.W.; Owens, J.M. Advances in Urban Pest Management. Van Nostrand Reinhold, 399 pp, 1986.
Bennet, GW; Owens, J.W., Corrigan, R.M. Truman's Scientific Guide to Pest Contorl Operations. 5a. Ed. Advanstar Communications Project, Cleveland, Ohio, 520 pp, 1997.
Berti Filho, E.; Fonte, L.R. Alguns aspectos atuais da biologia e controle de cupins. Fundação para Estudos Agrários Luiz de Queiroz. Piracicaba (SP), 183 pp, 1995.
Borror, D.J.; DeLong, D.M.; Trioplehorn, C.A. Na Introduction to the Study of Insects. 5th ed. Saunders College Publishing. New York, 827 pp, 1981.
Campos-Farinha, A.E.C.; Justi, J.R.; Bergmann, E.C.; Zorzenon, F.J.; Rodrigues-Netto, S.M. Formigas Urbanas. Boletim Técnico do Instituto Biológico. São Paulo (SP), 21 pp, 1995.
Casida, J.E. Pesticides and alernatives: innovative chemical and biological approaches to pest control. Elsevier Sciense Publishers, Amsterdam, 586, 1990.
Chapman, R.F. The insects: Structure and Function. American Elsevier, New York, 819 pp, 1971.
Della Lucia, T.M.C. As formigas cortadeiras. Editora Folha de Viçosa, Viçosa (MG), 262 pp, 1993.
Ebeling, W. Urban Entomology. University of California, Los Angeles, 695 pp, 1975.
Hedges, S.A. Field guide for the management pof structure-infesting ants. Franzal & Foster Co., Cleveland, Ohio, 155 pp, 1992.
Hölldobler, B.; Wilson, E.O The ants. Harvard University Press, Cambridge USA, 1990.
Justi Jr., J.; Imenes, S.L.; Bergmann, E.C.; Campos-Farinha, A.E.C.; Zorzenon, F.J. Formigas cortadeiras. Boletim Técnico do Instituto Biológico. São Paulo (SP), 31 pp, 1995.
McIntyre Nancy E.Ecology of Urban Arthropods: A Review and a Call to Action. Annals of the Entomological Society of America 93(4):825-835. 2000
Mariconi, F.A.M. Inseticidas e seu emprego no combate às pragas. Nobe, São Paulo (SP), 305 pp, 1983.
Robinson, W.H. Urban Entomology. Insect and mite pests in the human environment. Chapman & Hall. London, 429 pp, 1996.
Robinson, W. H.Handbook of urban insects and arachnids.CAMBRIDGE UNIVERSITY PRESS Cambridge, New York, 2005.
Ross, K.G.; Matthews, R.W. The Social Biology of Wasps. Publishing Assoc., Div. Of. Cornell University Press, London, 678 pp, 1991.
Vander Meer, R.K.; Jaffé, K.; Cedeno, A. Applied Myrmecology: a world perspective. Westview Press, Boulder, Colorado, 382 pp, 1990.
Williams, D.F. Exotic ants: biology, impact, and control of introduced species. Westview Press, Boulder, Colorado, 332 pp, 1994.
Wilson, E.º The Insects Societies. Harvard University Press, Cambridge, Mass, 548 pp, 1971. PERIÓDICOS: Annual Review of Entomology, Bulletin of the Enomological Society of America, Environmental Entomology, Pest Control Technology, Memórias do Instituto Oswaldo Cruz, Pest Management, Revista Brasileira de Entomologia, Revista de Saúde Pública.
ESTRUTURA CELULAR DOS SISTEMAS EXÓCRINOS E
A ORGANIZAÇÃO SOCIAL EM ISOPTERA:
Ementa - Introduzir o aluno na citologia dos sistemas exócrinos e terminologia apropriada em Isoptera, permitindo que o estudante estabeleça uma relação dessas estruturas com a organização social desses insetos. Além disso, a disciplina proporcionará uma visão comparativa das glândulas exócrinas presentes nas diferentes castas de Isoptera e sua relação com a produção de feromônios.
Bibliografia - LIVROS: Termitologia. (Grassé, P. P. ed.), v. 1, New York, Masson, 1982. 676p.
Termitologia. (Grassé, P. P. ed.), v. 2, New York, Masson, 1984. 613p.
Termitologia. (Grassé, P. P. ed.), v. 3, New York, Masson, 1986. 715p.
Introduction to insect biology and diversity. (Daly, H. V., Doyen, J. T., Purcell, A. H. eds.), New York, Oxford University Press, 1998. 680p.
Termites, evolution, sociality, symbioses, ecology. (Abe, T., Bignell, D. E., Higashi, M. eds.), London, Kluver Academic Publisher, 2000. 466p.
The insects: structure and function. (Chapman, R. F. ed.), Cambrigde, University Press, 1998. 770p.
CAPÍTULOS DE LIVROS: Grassé, P. P. Les glandes tégumentaires de insectes. In: P. P. Grasse (ed.), Traité de Zoologie, v. 8, pp. 199-320, Paris, Masson, 1975.
Quennedey, A. Morphology and ultrastructure of termite defense glands. In: H. R. Hermann (ed.), Defense mechanisms in social insects, pp. 151-200, New York, Praeger Publishers, 1984.
Deligne, J.; Quennedey, A.; Blum, M. S. The enemies and defense mechanisms of termites. In: H. R. Hermann (ed.), Social Insects, v. 2, pp. 1-76, New York, Academic Press, 1981.
Noirot, C. Glands and secretions. In: K. Krishna, F. M. Weesner (eds.), Biology of termites, v. 1, pp. 89-123, New York, Academic Press, 1969.
Ampion, M.; Quennedey, A. The abdominal epidermal glands of termites and their phylogenetic significance. In: P. E. Howse, J. L. Clément (eds.), Biosystematics of social insects, pp, 249-261, London, Academic Press, 1981.
Quennedey, A. Insect epidermal gland cells: ultrastructure and morphgenesis. In: F. N. Harrison (ed.), Mocroscopic Anatomy Invertebrates, v. 11, pp. 177-207, New York, Wiley-Liss. Inc. Press, 1998.
Billen, J.; Morgan, E. D. Pheromone communication in social insects: sources and secretions. In: R. K. Vander Meer, M. D. Breed, K. E. Espelie, M. L. Winston (eds.), Pheromone communication in social insects: ants, wasps, bees, and termites, pp. 3-33, Westview Press, Boulder, 1998.
Henderson, G. Primer pheromones and possible soldier caste influence on the evolution of sociality in lower termites. In: R. K. Vander Meer, M. D. Breed, K. E. Espelie, M. L. Winston (eds.), Pheromone communication in social insects: ants, wasps, bees, and termites, pp. 314-330, Westview Press, Boulder, 1998.
Pasteels, J. M., and Bordereau, C. Releaser pheromones in termites. In: R. K. VanderMeer, M. D. Winston, and K. E. Espelie (eds.), Pheromone communication in social insects: ants, wasps, bees, and termites, pp. 193-215, Westview Press, Oxford, 1998.
Bordereau, C., and Pasteels, J. M. Pheromones and chemical ecology of dispersal and foraging in termites. In D. E. Bignell, Y. Roisin (eds.), Biology of termites: a modern synthesis. Springer, Heidelberg, 2010, in press.
Blum, M. S. Exocrine systems. In: M. S. Blum (ed.), Fundamentals of Insect Physiology, pp. 535-579, John Wiley & Sons Inc., New York, 1985.
PERIÓDICOS: Acta Zoologica, Annals Society Entomological of France, Annual Review of Entomology, Arthropod Structure and Development, Biological Journal of Linnean Society, Insectes Sociaux, Journal of Insect Physiology, Journal of Morphology, Micron, Neotropical Entomology, Revista Brasileira de Entomologia, Revista Brasileira de Zoologia, Sociobiology, Tissue Cell, Zoomorphology, Zeitschrift für Zellforschung und Mikroshopische Anatomie. TEXTO INDICADO: Costa-Leonardo, A. M.; Haifig, I. Pheromones and exocrine glands in Isoptera. In: Litwack, G. (ed.), Vitamins and Hormones, v. 83, Elsevier Publisher, 2010, in press.
ETOLOGIA DE VESPAS:
Ementa - Teoria:Proporcionar aos alunos a aquisição de conhecimento da etologia comparada em vespas solitárias, pressociais, eussociais primitivas e avançadas.Prática:Proporcionar aos alunos a aprendizagem da metodologia empregada nos estudos etológicos em vespas e, simultaneamente, a aquisição de conhecimentos dos comportamentos sociais realizados pelas vespas.
Bibliografia - LIVROS: EDWARDS, R. 1980. Social wasps, their Biology and Control. Felcourt, Rentokil. 398p.
EVANS, H. E. & M. J. WEST-EBERHARD. 1970. The Wasps. Ann Arbor, Univ. Michigan Press. 265 p.
HERMANN, H. R. (ed.) Social Insects, vol. IV.New York, Academic Press. 385 p.OSTER, & E.O. WILSON. 1978. Caste and Ecology in the Social Insects. Princeton, Princeton University Press. 352 p.
RICHARDS, O. W. 1978. The Social Wasps of the Americas, excluding the Vespinae. London, British Museum (Natural History). 580 p.
ROSS, K. G. & R. W. MATTEWS. 1991. The Social Biology of Wasps. Ithaca, Cornell University Press. 678 p.
SPRADBERY, J. P. 1973. Wasps: an Account of the Biology and Natural History of Solitary and Social Wasps. London, Sidwick & Jackson. 408 p.
TURILLAZZI, S. &. WESP-EBERHARD, M. J. 1996. Natural History and Evolution of Paper-wasps. Oxford Univ. Press, 399 p.
WILSON, E. O. 1971. The Insect Societies. Cambridge, Belknap Press. 548 p
.WILSON, E. O. 1978. Sociobiology: the New Synthesis. Cambridge, Harvard University Press. PERIÓDICOS: Annals of the Entomological Society of America, Anais da Sociedade Entomológica do Brasil, Animal Behavior, Ecology Behavioral, Ecology and Sociobiology, Biological Review, Biotropica Ecological, Entomology, Entomological Science Ethology, Ecology & Evolution, Evolution, Insects Sociaux, Journal of Biosciences, Journal Hymenoptera Research, Journal of Insect Behavior, Journal of the Kansas Entomological Society, Journal New York Entomol., Soc. Proceedings Royal Society London, Revista Brasileira de Entomologia, Revista Brasileira de Biologia, Sociobiology, Studies on Neotropical Fauna and Environment, The American Naturalist.
FISIOLOGIA ECOLÓGICA DE VERTEBRADOS ECTOTÉRMICOS:
Ementa - Os problemas impostos pelas contingências ambientais sobre a fisiologia de peixes, anfíbios e répteis serão considerados. Os tópicos abordados incluirão trocas gasosas e metabolismo, regulação de água/sais e excreção e regulação da temperatura corpórea. Ênfase será dada para a compreensão das especializações que permitem, aos vertebrados ectotérmicos, a exploração de modos de vida e habitats diversos. Temas correlatos como a colonização do meio terrestre e a adaptação à ambientes extremos também serão discutidos. Sempre que possível, serão utilizados exemplos envolvendo elementos da fauna Neotropical para ilustrar as possíveis interações existentes entre vairávies fisiológicas e ambientais.
Bibliografia - LIVROS: FEDER, M. E.; A. F. BENNETT; W. W. BURGGREN & R. B. HUEY. 1987. New Directions in Ecological Physiology. Cambridge. Cambridge. 364 Pp.
FEDER, M. E. & W. W. BURGGREN. 1992. Environmental Physiology of Amphibians. Chicago Univesity Press.
GANS, C. & DAWSON. 1976. Biology of the Reptilia. vol. 5. Academic Press, New York.
GANS, C. & F. H. POUGH. 1982. Biology of the Reptilia. vol. 13. Academic Press, New York.345 Pp.
GRAHAM, J. B. 1997. Air-Breathing Fishes: Evolution, Diversity, and Adaptation. Academic Press. New York.299 Pp.
HLASTALA, M. P. & BERGER, A. J., 2001. Physiology of Respiration. 2a Ed. Oxford Univ. Press, Inc., Oxford. 287 Pp.
NIKINMAA, M. (1990). Vertebrate red blood cells: Adaptations of function to respiratory requirements. Springer-Verlag. Berlin. 262 Pp.
PROSSER, C. L. 1991. Environmental and Metabolic Animal Physiology. Wiley-Liss, New York. 578 Pp.
POUGH, F.H., ANDREWS, R.M., CADLE, J.E., CRUMP, M.L., SAVITZKY, A.H., WELLS, K.D., 2001. Herpetology, 2nd ed. Prentice Hall, New Jersey.
RANDALL, D. J., W. W. BURGGREN & K. FRENCH, 2002. Eckert Animal Physiology: Mechanisms and Adaptations. 5a Ed. Freeman. New York. 120 Pp.
SCHMIDT-NIELSEN, K. 1999. Fisiologia Animal: Adaptação e Meio Ambiente. 5ª Ed. Livraria Santos. São Paulo, SP. 600 Pp. RANKIN, J. C. & F. B. JENSEN. Fish ecophysiology. Chapman & Hall, London. 421 Pp.
PERIÓDICOS: American Zoologist, Comparative Biochemistry and Physiology A, Copeia, Environmental Biology of Fishes, Evolution, Herpetologica, Journal of Comparative Physiology, Journal of Experimental Biology, Journal of Fish Biology, Journal of Herpetology, Nature, Physiological Zoology, Science.
FRUGIVORIA E DISPERSÃO DE SEMENTES:
Ementa - 1.
Abordar tópicos de frugivoria e dispersão de
sementes com aulas teóricas e práticas; 2. Oferecer
treinamento prático nos métodos para o estudo
da frugivoria e dispersão de sementes; 3. Estimular
a formulação de hipótese e abordagens
experimentais; 4. Capacitar o aluno a desenvolver uma pesquisa
prática dentro do curso, apresentando os resultados
em forma de artigo para publicação.
Bibliografia - LIVROS: Howe, H. & Wesltley, L.C. 1999 Ecological relationships of Plants and Animals. Oxford University Press.
Snow, B. & Snow, D. 1988 Birds and Berries. T & AD Poyser, Calton.
Fenner, M. (editor) 1992 Seeds: the ecology of regeneration in plant communities. Cab Internationsl.
Van der Oijl, L. 1982 Principles of dispersal in bigher plants. 3rd. edition. Spring-Verlag, Berlin.
J Terborgh - Frugivores and seed dispersal, 1986 - Dr W. Junk Publishers
Timothy C. Moermond and Julie Sloan Denslow Neotropical Avian Frugivores: Patterns of Behavior, Morphology, and Nutrition, with Consequences for conservation. Ornithological Monographs, No. 36, Neotropical Ornithology (1985), pp. 865-897.
R Nathan, HC Muller-Landau Spatial patterns of seed dispersal, their determinants and consequences. Trends in Ecology & Evolution, 2000.
GENETICA DE ABELHAS:
Ementa - Serão discutidos
aspectos referentes ao estudo de mutações espontâneas
e ginandromorfismo natural e induzido em Apis mellifera, incluindo
a ação gênica e os efeitos da pleiotropia
em operárias, zangões e rainhas. Também
serão abordadas as principais hipóteses para
explicar a determinação do sexo por partenogênese
arrenótoca e a determinação genética
de castas nas abelhas sociais.
Bibliografia - LIVROS: Almeida, M.G. (1979). Aspectos citológicos, morfológicos e genéticos na determinação do sexo e das castas da abelha Melipona scutellaris (Latreille, 1811). Tese de Doutorado, FM, usp, Ribeirão Preto, 173p.
Almeida, R. (1993). Estudo de alguns parâmetros comportmentais e morfológicos em abelhas mutantes chartreuse-limão (Apis mellifera). Dissertação de Mestrado, FM, USP, Ribeirão Preto, 149p.
Almeida, R. (1998). Estudo de alguns parâmetros comportamentais em abelhas Apis mellifera mutantes para a cor dos olhos e técnicas de estocagem de sêmen. Tese de Doutorado, FM, USP, Ribeirão Preto, 132p.
Bonetti, A.M. (1982). Ação do hormônio juvenil sobre a expressão gênica em Melipona (Hymenoptera, Apidae, Meliponinae). dissertação de Mestrado, FM, USP, Ribeirão Preto, 140p.
Bonetti, A.M. (1190). Genética da determinação de casta em Melipona. Ação do hormônio juvenil sobre esterases e corpora allata durante o desenvolvimento embrionário. Tese de Doutorado, FM, USP, Ribeirão Preto, 165p.
Camargo, C.A. (1976). Determinação do sexo e controle de reprodução em Melipona quadrifasciata anthidioides Lep. (Hymenoptera, Apoidea). Tese de Doutorado, FM, USP, Ribeirão Preto, 140p.
Campos, L.A.O. (1975). Determinação de castas do gênero Melipona (Hymenoptera, Apidae): papel do hormônio juvenil. Dissertação de Mestrado, FM, USP, Ribeirão Preto, 44p.
Campos, L.A.O. (1977). O hormônio juvenil nas abelhas: seu papel na diferenciação das castas e nos aspectos do controle social. Tese de Doutorado, FM, USP, Riberião Preto, 60p.
Chaud-Netto, J. (1973). Machos diplóides de Apis mellifera: Sua bionomia e contribuição para o problema da determinação do sexo. Dissertação de Mestrado, FM, USP, Ribeirão Preto, 139p.
Chaud-Netto, J. (1977). Produção e estudo de abelhas triplóides de Apis mellifera (Hymenoptera, Apidae). Tese de Doutorado, FM,USP,Ribeirão Preto, 145p.
ARTIGOS:
Chaud-Netto, J. (1977). Ocelos claros (oc): A new mutation in Apis mellifera adansonii. ciência e Cultura. 29(3):316-318.
Chaud-Netto, J. (1985). Acasalamento natural de rainhas de Apis mellifera mutantes para a coloração dos olhos. Cienc. e Cult. 37(7):700.
Chaud-Netto, J.; Kerr, W.E. & Bezerra, M.A.F. (1983). Mutation in honeybees 2. Average rate of mutation based on seven genes for eye colour. J. Api. Res. 22:17-21.
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Dustmann, J.H. (1987). Eye-colour mutants of the hpneybee. Bee World 68(3):124-143.
Kerr, W.E. & Laidlaw, H.H. (1956). Genetics of bees. Adv. Genet. 8:109-153.
Kerr, W.E. (1969). Genética e Melhoramento de abelhas. In: Melhoramento e Genética (Kerr, W.E. organ.). Edit. USP E Ed. Melhoramentos. São Paulo.
Kerr, W.E.& Cunha, R.(1990). Sex determination in bees. XXVI. Masculinism of workers in the Apidae. Braz. J. Genet. 13:479-489.
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Soares, A.E.E. (1975). Efeitos da radiação gama de cobalto-60 em Apis mellifera L. (Hymenoptera, Apoidea). Dissertação de Mestrado, FM, USP, Ribeirão Preto, 170p.
Soares, A.E.E. (1979). Estudo do caráter "ferrão aberto" em Apis mellifera L. (Hymenoptera, Apoidea). Tese de Doutorado, FM, USP, Ribeirão Preto, 161p.
Tucker, K.W. (1986). Visible mutants. in: Bee Genetics and Breeding (Rinderere, T.E. ed.). Academic Press Inc. New York, pp.91-119.
Witherell, P.C. (1972). Flight activity and natural mortality of normal and mutant drone honeybees. J. Apic.Res. 11: 65-75. PERIÓDICOS: Annual Review of Entomology, Apidologie, Bee World, Brazilian Journal of Genetics, Ciência e Cultura, Experientia, Genetica, Genetics, Heredity, Insectes Sociaux, Journal of Apicultural Research, Journal of Heredity, Journal of Kansans, Entomological Society, Naturwissenschaften, Revista Brasileira de Biologia, Science.
GENETICA POPULACIONAL TEORICA:
Ementa - A disciplina
aborda o estudo dos processos evolutivos sob o ponto de vista
genético-populacional. Seräo discutidos os principais
fatores que alteram as frequências gênicas em
populaçöes naturais e suas inter-relaçöes.
Também seräo apresentados alguns modelos estatísticos
aplicados aos estudos da evoluçäo.
Bibliografia - LIVROS: BOYD, R. & RICHERSON, P. 1985. Culture and the Evolutionary Process. The Univ. of Chicago Press.
CHARLESWORTH, B. 1980. Evolution in Age. Structured Populations. Cambridge Univ. Press.
FALCONER, D.S. 198l. Introduction to Qualitative Genetics. Longman.
FUTUYMA, D.J. 1979. Evolutionary Biology. Sinauer Associates.
HARTL, D. 1980. Principles of Population Genetics. Sinauer Associates.
KIMURA, M. & OHTA, T. 1971. Theoretical Aspects of Population Genetics. Princeton Univ. Press.
LEWONTIN, R. 1974. The Genetic Basis of Evolutionary Change. Columbia Univ. Press.
LI, C.C. 1978. First Course in Population Genetics. The Boxwood Press.
MATHER, K. & JINKS, J. 1977. Introducation to Biometrical Genetics. Cornell Univ. Press.
MATHER, K. & JINKS, J. 1982. Biometrical Genetics. Chapman and Hall.
PROVINE, W.B. 1971. The origin of Theoretical Population Genetics. Chicago Univ. Press.
WALLACE, B. 1981. Basic Population Genetics. Columbia Univ. Press.
PERIÓDICOS: Evolution, Genetics.
IMPORTANCIA ZOOLOGICA E ECOLOGICA DOS ANELIDEOS POLIQUETOS:
Ementa - Importância dos poliquetos nos ecossistemas costeiros,
envolvendo estudos de caráter zoológico sobre:
taxonomia e evoluçäo, e ecológico de: diversidade
adaptativa, estrutura trófica, espécies de importância
econômica ou indicadoras. Atividades de campo seräo
desenvolvidas durante o curso prático, em período
integral, que deverá ser realizado em laboratório
costeiro.
Bibliografia - AMARAL, A.C.Z. 1979 - Ecologia e contribuiçäo dos anelídeos poliquetos para a biomassa bêntica da zona das marés, no litoral norte do Estado de Säo Paulo. Bolm. Inst. Oceanogra., Säo Paulo, 28(1): 1-52.
AMARAL, A.C.Z. 1980 - Breve caracterizaçäo dos gêneros da família Capitellidae Grube (Annelida Polychaeta) e descriçäo de Nonatus longilineus ge. sp. n. Bolm. Inst. Oceanogr., S.Paulo, 29(1): 99-106.
AMARAL, A.C.Z. & NONATO, E.F. 1981 - Anelídeos poliquetos da costa brasileira. 1/2 - Características e chaves para famílias; Glossário. Brasília, CNPq/Coordenaçäo Editorial, 47p.
AMARAL, A.C.Z. & NONATO, E.F. 1982 - Anelídeos poliquetos da costa brasileira. Aphroditidae e Polynoidae. Brasília, CNPq/Coordenaçäo Editorial, 46p.
AMARAL, A.C.Z. & NONATO, E.F. 1984 - Anelídeos poliquetos da costa brasileira. Polyodontidae, Pholoidae, Sigalionidae e Eulepethidae. Brasília, CNPq/Coordenaçäo Editorial, 54p.
AMARAL, A.C.Z. & NONATO, E.F. 1987 - Manual de Técnicas para a Preparaçäo de Coleçöes Zoológicas. Sociedde Brasileira de Zoologia, 22p.
BLANKENSTEYN, A. 1988 - Terebellidae e Trichobranchidae (Annelida: Polychaeta) da Costa Sudeste do Brasil (24o-27oS). Dissertaçäo de Mestrado. Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Biológicas, Curitiba, PR, 128p.
BOLIVAR, G.A. 1986 - Padröes de Distribuiçäo de Spionidae e Magelonidae (Annelida: Polychaeta) do Litoral do Estado do Paraná. Dissertaçäo de Mestrado. Universdiade Federal do Paraná, Setor de Ciências Biológicas, 116p.
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INTRODUÇÃO À ECOLOGIA DE AVES:
Ementa - Nesta disciplina serão abordados aspectos relacionados à ecologia das aves. Serão apresentados, estudos clássicos relacionados a estes temas, bem como as principais perguntas que norteiam as pesquisas atuais. Será dada especial ênfase aos fatores ambientais que determinamaspectos demográficos, regulação populacional e estruturação de comunidades de aves. Serão abordados prioritariamente estudos realizados em áreas tropicais, especialmente no Brasil. A abordagem teórica será complementada por excursões didáticas e outras atividades de campo que visam o desenvolvimento de estudos comportamentais e o emprego de técnicas de estudo de aves.
Bibliografia - Cody, M. L. 1974. Competition and the structure of bird communities. Princeton University Press, Princeton, EUA.
Cody, M. L. 1985. Habitat selection in birds. Academic Press, Nova York, EUA.
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Hagan III, J. M. e D. W. Johnston (eds.). 1992. Ecology and conservation of Neotropical migrants landbirds. Smithsonian Institution Press, Washington, EUA.
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WJ Sutherland, I Newton, R Green: Bird ecology and conservation: a handbook of techniques - 2004 - Oxford University Press
PM Bennett, IPF Owens: Evolutionary ecology of birds: life histories, mating systems, and extinction
- 2002 - Oxford University Press. Walter D. Koenig,Janis L. Dickinson: Ecology and evolution of cooperative breeding in birds. 2004. Cmbridge University Press.
INTRODUÇÃO À SISTEMÁTICA FILOGENÉTICA: UM CURSO COM ÊNFASE NA SISTEMÁTICA DOS ANFÍBIOS:
Ementa - PARTE TEÓRICA
- O que são a sistemática e a taxonomia?
- Uma breve resenha da história da sistemática na antiguidade e nos séculos XVIII, XIX e XX.
- Alguns conceitos gerais: monofilia, parafilia, polifilia, grupo interno, grupo externo, seleção de representantes.
- Uma introdução às posturas e métodos das escolas evolutiva e feneticista.
- Métodos atuais de análise: parcimônia, verossimilhança e análise bayesiana.
- Conceitos e métodos de cálculo de suporte.
- Conceitos de homologia.
- Conceitos de espécies.
- Sistemática molecular: Técnicas da obtenção de dados e definição de caracteres.
- Métodos de alinhamento de sequências.
- O desenho amostral, seleção de representantes: o universo de análise, conceito de teste em sistemática. Exemplos com análises publicadas de anfíbios.
- Taxonomias e classificações, aspectos nomenclaturais.
- A sistemática dos anfíbios, hoje: estado atual, problemas e desafios. A sistemática molecular: A integração de múltiplas fontes de evidência. A interpretação de resultados teóricos e suas aplicações em problemas empíricos. PARTE PRÁTICA
- Introdução à análise cladistica.
- Manejo de programas de computação: Hennig86 (histórico), NOna, PIWE, TNT, PAUP, MrBayes.
- Seminários de análise e discussão de trabalhos de sistemática de anfíbios.
- Exercícios práticos de desenho amostral.
Bibliografia - FARRIS, J.S. (1970). Methods for computing Wagner trees. Systematic Zoology 19: 83-92.
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METODOS ESTATISTICOS EM CIENCIAS BIOLOGICAS:
Ementa - O
curso visa capacitar o estudante a desenvolver critérios
para coleta, análise e interpretaçäo de
dados em Ciências Biológicas.
Bibliografia - LIVROS: AGRESTI, A. 1984 - Analysis of Ordinal Categorial Data. Wiley, N.Y.
AGRESTI, A. 12007 –An Introduction to Categorical Data Analysis. Wiley, N.Y.
AYRES, M., M. AYRES JR., D.L.. AYRES e A.S. dos SANTOS.2003. Biostat 3.0. MCT-CNPq-CI.,Belém, 291p.
BUSSAB, WO E PA MORETTIN.2002. Estatística Básica. 5a. ed.Saraiva, São Paulo, 521p.
CAMPOS, H. 1983 - Estatística Experimental não Paramétrica. 4a. ediçäo, USP/ESALQ, Piracicaba.
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TRIOLA, MF.1999. Introdução à Estatística.7a. ed., LTC, Rio de Janeiro.
VIEIRA, S. 2004. Bioestatística. Tópicos Avançados. 2ª. Ed., Campus/Elsevier, São Paulo.
VIEIRA, S. 2006. Análise de Variância (ANOVA). Atlas, São Paulo.
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MORFOLOGIA INTERNA DE INSETOS:
Ementa - Morfologia
interna da larva. Transformaçöes que ocorrem durante
a metamorfose. Morfologia interna do inseto adulto - Anatomia,
histologia e ultraestrutura com comentários sobre a
respectiva funçäo.
Bibliografia - LIVROS: BÜNING, J. 2008 Insect ovary: ultrastructure, previtellogenic growth and evolutioin. Chapman & Hall London– 1ª Edição - 416pp
BURSELL, E. Introducción a la fisiologia de los insectos -1974– Editorial Alhambra – Madri 350pp
CAETANO, F.H., Jaffé, K & Zara, F.J 2002- Formigas : biologia e anatomia – Ed. Topázio – Araras 130pp
CHAPMAN, R.F. 1975. The insects: Structure and function. The English Universities Press, New York.
CHAPMAN, R.F. 1998. The insects: Structure and function. The English Universities Press, New York. 788 pp
CRUZ_LANDIM, C. da - 2009 ABELHAS – Morfologia e Função de Sistemas. Edit.UNESP –São Paulo. 408pp
CRUZ LANDIM, C.da & ABDALLA, F.C. (Edit.) 2002 - Glândulas exócrinas de abelhas – FUNPEC Ribeirão Preto -181 pp
DOWNER, R.G.H. 1981. Energy Metabolism in Insects. Plenum Press, New York.
GILLOTT, C. 1980. Entomology. Plenum Press, New York.
GILMOUR, D. Metabolismo de los insectos – 1968 – Editorial Alhambra Madri 215pp
GOODWIN, T.W. 1965. Aspects of insect biochemistry. Acdemic Press, New York.
GUPTA, A.P. 1979. Insect hemocytes: Development, forms, functions and techniques. Cambridges University Press. London.
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KING, R.G. 1970. Ovarian development in Drosophila melanogaster. Academic Press, New York.
NATION, J.L. 2001 Insect Physiology and Biochemistry – Oxford University Press – N. York 496 pp
PAIVA, M.R. & PEDROSA –MACEDO, J.H. 1985 – Feromas de insetos – Fund. da Universidade Federal oo Paraná 84pp
ROCKSTEIN, M. (ed). 1964. The Physiology of insecta. Academic Press, New York.
SCHWENAMLER, N. & GASSNER, G. (Ed.). 1989. Insect Endocytobiosis: Morphology, Physiology, Genetics, Evolution. CRC Press, Boca Raton.
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SNODGRASS, R.E. 1956. Anatomy of Honey Bee. Comstock Publishing Ass. New York.
VARELA, F. 1974- Los hojos de los insectos – Editorial Alhambra Madri 108pp
WIGGLESWORTH, V.B. 1974. The principles of insect physiology. Methuen Co. Ltd. London.
PERIÓDICOS: Mícron, Arthropod Structure and Development, Insects Sociaux, Journal of Hymenoptera Research, Journal of Insects Science, Journal of Entomological Research, Cytobios, Sociobiology, Journal of Insects Physiology, Neotropical Entomology, Brazilian Journal of Morphological Sciences, Revista Brasileira de Biologia.
MODELAGEM ESPACIAL EM ESTUDOS ECOLÓGICOS:
Ementa - O objetivo da disciplina é fornecer embasamento teórico para alunos de pós-graduação na análise de paisagens modificadas por meio das técnicas de geoprocessamento e quantificação da paisagem. O curso tem também como objetivo fornecer uma introdução prática às ferramentas de análise espacial, bem como discutir temas atuais relativos à modificação de paisagens pelo homem como desmatamento, fragmentação e conservação e restauração de ecossistemas florestais.
Na área de ecologia é imprescindível que o aluno conheça os métodos utulizados para análise espacial do meio físico por meio de Sistemas de Informações Geográficas (SIG) e Ecologia da Paisagem. Este conhecimento será fundamental no entendimento das inter-relações entre a paisagem e os processos ecológicos.
Bibliografia - Farig, l. Effects of habitat fragmentation on biodiversity. Annual review of ecology, evolution, and systematics, v.34, p.487-515, 2003
Forman, R.T.T., and m. Godron. 1986. Landscape ecology. Wiley, New York.
Forman, R.T.T. Land mosaics. 1984. Wiley, New York.
Gergel, S. E. and M. G. Turner, editors. 2002. Learning landscape ecology: a practical guide to concepts and techniques. Springer-Verlag, New York.
Mcgarigal, K.; Marks, B.J. Fragstats: spatial analysis program for quantifying landscape structure. Portland: usda, forest service, pacific northwest research station.1995. 122p. (Gen. Tech. Rep. Pnw-gtr-351).
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Metzger, J.P. 2001. O que é ecologia de paisagens? Biota neotropica (http://www.biotaneotropica.org.br/v1n12).
Metzger, J.P. 2002. Bases biológicas para a definição de reservas legais. Ciência hoje, 31: 183-184.
Naveh, Z.; Lieberman, A.S. Landscape ecology, theory and application, New York: Springer Verlag, 1993. 360p.
Trani, M.K.; Giles Junior., R.H. An analysis of deforestation: metrics used to describe pattern change. Forest ecology and management, v.114, p.459-470, 1999.
Turner, M. G., R. H. Gardner and R. V. O'neill. 2001. Landscape ecology in theory and practice. Springer-Verlag, New York.
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MORFOLOGIA, SISTEMATICA, BIOGEOGRAFIA E ECOLOGIA DOS
CRUSTACEA BRACHYURA:
Ementa - Säo abordados aspectos
relativos à composiçäo da fauna brasileira
de Brachyura, incluindo a sua distribuiçäo geográfica,
aspectos ecológicos, morfologia externa e principais
características utilizadas na sua classificaçäo.
A parte prática inclui técnicas de coleta, preparaçäo
e acondicionamento de amostras para pesquisas de estudo comparativo
dos principais grupos de Brachyura e a utilizaçäo
de chaves de identificaçäo.
Bibliografia - LIVROS: ABELE, L.G. 1982. Systematics, the fossil record and biogeography. In: Bliss, D.E. The Biology of Crustacea. New York, Academic Press. Vol. I, 319p.
BRIGGS, J.C. 1974. Marine Zoogeography. New York, McGraw Hill. 475p.
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PADRÕES MACRO-EVOLUTIVOS NA DIVERSIFICAÇÃO
DOS TETRÁPODAS AMNIOTA:
Ementa - Introdução
à diversidade dos Amniota extintos e atuais; o problema
do estudo de formas extintas versus atuais. A fauna de vertebrados
Paleozóicos e o surgimento do plano básico Amniota.
O problema do reconhecimento dos Amniota no registro fóssil.
Diversificação dos primeiros grupos de amniotas:
os amniotas anápsidas. O planeta no Mesozóico:
contexto paleoambiental e a sua fauna de Amniota. Ascenção
e queda dos Synapsida. O surgimento dos Diapsida. Os Testudines
e o problema acerca da sua posição filogenética.
Origem e diversificação dos Diapsida Archosauromorpha.
Filogenia dos Archosauromorpha e a origem dos grandes grupos
de "diápsidas voadores". Origem e diversificação
dos Aiapsida Lepidosauromorpha. Filogenia dos lepidosauromorpha
e a ocupação dos mares mesozóicos. A
grande extinção no planeta ao final do Mesozóico
e a transição Cretáceo - Terciário.
O planeta no Cenozóico: contexto paleoambiental e as
faunas do Paleogeno e Neogeno. Padrões de cladogênese
e extinção nos Amniota. Padrões faunísticos
dentre os Amniota: passado e presente. Os principais problemas
e linhas abertas de pesquisa no estudo dos Amniota.
Bibliografia - BEHRENSMEYER, A.K.; J.D. DAMUT; W.A. DIMICHELE; R.POTTS; H.D.SUES e S.L. WING. 1992. Terrestrial Ecosystems through Time. Evolutionary Paleoecology os Terrestrial Plants and Animals. The University of Chicago Press, Chicago.
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TERMITOLOGIA:
Ementa - A disciplina Termitologia tem
como objetivo introduzir os alunos no estudo dos térmitas
e da organização de sua sociedade. A disciplina
constará de aulas teóricas e aulas práticas
abrangendo desde comportamento até morfologia de cupins.
A complementação deste estudo se fará
através da leitura de artigos especializados e trabalhos
individuais pertinentes.
Bibliografia - LIVROS: ABE, T.; BIGNEL, D.E. & HIGASHI, M. (eds.) 2000. Termites; Evolution, Sociality, Symbioses, Ecology. Kluwer Academic Publisher, Lond, 466p.
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Insectes Sociaux, Journal of Economic Entomology, Sociobiology.
ZOOGEOGRAFIA MARINHA:
Ementa - Säo discutidos
aspectos relativos aos principais fatores físicos,
ecológicos, fisiológicos e biológicos
que afetam a distribuiçäo da fauna marinha, tais
como: 1. agentes que atuam como barreiras limitando a distribuiçäo
dos organismos; 2. barreiras zoogeográficas marinhas;
3. origem da fauna do Atlântico Ocidental; 4. padröes
distribucionais dos animais marinhos.
Bibliografia - LIVROS: ABELE, L.G. 1982. Systematics, the fossil record and biogeography. In: Bliss, D.E. The Biology of Crustacea. New York, Academic Press. Vol. I. 319p.
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