CONVERSAS COM QUEM GOSTA DE ATLETISMO III
setembro a
dezembro de 2004

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Local: Instituto de
Biociências da UNESP-Rio Claro Av. 24A,
n. 1515, Bela Vista, Rio Claro, SP. Realização: Universidade Estadual Paulista - UNESP-Rio Claro GEPPA - Grupo de Estudos Pedagógicos e
Pesquisa em Atletismo
Departamento de Educação Física/Instituto
de Biociências da UNESP- Campus de Rio Claro. Coordenação Geral: Profa. Dra. Sara Quenzer Matthiesen Comissão Organizadora: Adriano Percival Calvo, Augusto César Lima e
Silva, Flórence Rosana Faganello, Yumi Sasa, Sara Quenzer
Matthiesen, Roberto Bacchi e Márcio Alves Comissão
de Apoio Geral: Bruna Carvalho, Eduardo Eugênio de Toledo,
Maria Joana Duarte Caetano, Michelle Harumi Matsushita e Paulo Roberto
Gimenez Apoio: PROGRAD – Pró-Reitoria de Graduação da UNESP - Núcleo de
Ensino da UNESP FUNDUNESP- Fundação para o Desenvolvimento da UNESP APRESENTAÇÃO
Em sua 3ª edição, o evento “Conversas com
quem gosta de atletismo” retoma, em 2004, a característica de sua edição
inicial. Relembrando o primeiro evento cujo título teve como inspiração o
pequeno livro de Rubem Alves “Conversas com quem gosta de ensinar”,
propusemo-nos, em 2002, a realizarmos palestras mensais com convidados experientes no campo do
atletismo. O sucesso do evento foi tanto que em 2003, de forma
concentrada, nos encontramos durante dois dias com figuras de renome no campo
do atletismo brasileiro, tais como: Nélio Alfano
Moura, João Paulo Alves da Cunha, Sérgio Moisés Jucosky, Ricardo D’Ángelo, José
Antônio Rabaça, Cláudio Alexandre Gobatto, Ricieri Dezem, Sara Quenzer
Matthiesen, Jayme Netto e Paulo Roberto de Oliveira os quais proporcionaram a nós e
a todos os participantes do evento um relato precioso acerca de suas
experiências no campo do ensino, da pesquisa e do treinamento de atletas de
nível nacional e internacional. O pano de fundo deste evento
pouco comum no campo do atletismo, foi o Projeto do Núcleo de Ensino
intitulado “Atletismo se aprende na escola” que em 2003 teve como objetivo a
elaboração de um caderno didático destinado à
professores de Educação Física e interessados em geral no ensino do
atletismo. A riqueza desse material produzido pelo GEPPA - Grupo de Estudos
Pedagógicos e Pesquisas em Atletismo foi tanta que, ainda em 2004, será publicado como livro pela Editora
Fontoura engrossando a pequena produção científica no campo do atletismo
brasileiro, sobretudo voltada à uma perspectiva pedagógica. Com o mesmo entusiasmo e apostando na difusão do
atletismo propusemo-nos em 2004, a divulgar esse material por meio da
realização de eventos periódicos que fomentaram o Projeto do Núcleo de Ensino
“Atletismo se aprende na escola: oficinas pedagógicas”. Entre outras coisas,
pretendemos, com este projeto, estimular o ensino do atletismo no âmbito das
escolas de ensino fundamental e médio; difundir conhecimentos relacionados ao ensino
do atletismo; promover a atualização e formação continuada de professores de
Educação Física, de forma que possamos evidenciar, cada vez com maior
freqüência, a figuração do atletismo no âmbito das aulas de Educação Física e
nos clubes esportivos. Por fim, gostaríamos de agradecer
o apoio concedido pelo Núcleo de Ensino da PROGRAD, FUNDUNESP, Instituto de Biociências
e Departamento ed Educação Física e
à sua participação a qual é de
fundamental importância para que as conversas
em torno do atletismo prossigam de forma
cada vez mais freqüente, extrapolando o campo teórico a fim de inserir-se no
dia a dia das aulas de Educação Física. PROGRAMAÇÃO
GERAL Dia: de 19 de agosto a 10 de setembro de 2004 Exposição de imagens: Movimentos comoventes II. Horário: de funcionamento da biblioteca. Local: Anfiteatro da biblioteca/UNESP-Rio
Claro. Dia: 26 de agosto de 2004 – 5ª feira Projeção do vídeo: 100 anos de glória olímpica. Horário: das 12 às 14 horas. Local: Anfiteatro da biblioteca/UNESP-Rio
Claro. Dia: 23 de setembro de 2004 – 5ª feira Tema: Atletismo se aprende na escola: possibilidades e dificuldades. Palestrantes: Profa. Dra. Suraya Cristina Darido – LETPEF - UNESP/Rio
Claro e Profa. Dra. Sara Quenzer Matthiesen – GEPPA – UNESP/Rio
Claro. Horário: das 18 às 19:30 horas. Local: Anfiteatro da Matemática – UNESP/Rio
Claro Dia: 24 de setembro de 2004 – 6ª feira Tema: Introdução ao atletismo em aulas de Educação Física. Palestrantes: Profa. Dra. Sara Quenzer Matthiesen, Profa. Flórence
Rosana Faganello, Adriano Percival Calvo, Augusto César Lima e Silva. Horário: das 14 às 16 horas. Local: Pista de atletismo da UNESP-Rio
Claro. Dia: 28 de setembro de 2004 – 6ª feira Tema: Uma tarde na pista de atletismo. Palestrantes: Profa. Flórence Rosana Faganello, Adriano
Percival Calvo, Augusto César Lima e
Silva e Profa. Dra. Sara Quenzer Matthiesen. Horário: das 14 às 16 horas. Local: Pista de atletismo da UNESP-Rio
Claro. Dia: 29 de setembro de 2004 – 4ª feira Tema: Iniciação aos saltos em aulas de Educação Física. Palestrantes: Profa. Dra. Sara Quenzer Matthiesen e Augusto César
Lima e Silva. Horário: das 18 às 20 horas. Local: Laboratório de Motricidade Humana – Educação Física. Dia: 05 de outubro de 2004 – 3ª feira Projeção do vídeo: Carroagens de fogo. Horário: 18 às 20horas. Local: Anfiteatro da biblioteca/UNESP-Rio Claro. Dia: 22 de outubro de 2004 – 6ª feira Tema: Jogos e materiais alternativos para o ensino do atletismo. Palestrante: Profa. Dra. Irene Conceição Rangel. Coordenadora: Profa. Dra. Sara Quenzer Matthiesen. Horário: das 13:30 às 15:30 horas. Local: Laboratório de Motricidade Humana – DEF/UNESP-RC Dia: 26 de outubro de 2004 – 3ª feira Tema: Introdução ao trabalho com corridas. Palestrantes: Profa. Dra. Sara Quenzer Matthiesen e Profa. Flórence Rosana Faganello Horário: das 15 às 18 horas. Local: Anfiteatro da biblioteca e pista de atletismo da UNESP/RC. Dia 10 de novembro de 2004 – 4ª feira Tema: Introdução aos
arremessos e lançamentos em aulas de Educação Física. Palestrantes: Profa. Dra. Sara Quenzer Matthiesen e Adriano
Percival Calvo. Horário: das 18 às 20 horas. Local: Laboratório de Motricidade Humana – DEF/UNESP-RC Dia: 24 de novembro de 2004 – 4ª
feira e Dia: 26 de novembro de 2004 – 3ª feira. Horário: 18 às 20 horas.
Horário: 11:00 às 15 horas. Local: Sala 26 – Bloco didático.
Local: Pista de atletismo
da UNESP/RC. Tema: Organização de competição de atletismo: provas de campo. Palestrantes: Profa. Dra. Sara Quenzer Matthiesen, Augusto César Lima
e Silva e Flórence Rosana Faganello. Dia: 03 de dezembro de 2004 – 6ª feira. Tema: Sessão de pôster relacionados ao atletismo. Horário: 13 às 14 horas. Local: Sagão do Anfiteatro do IB- UNESP-Rio
Claro. Dia: 03 de dezembro de 2004 – 6ª feira. Exposição de imagens: Movimentos comoventes II. Horário: das 12 às 18 horas. Local: Sagão do Anfiteatro do IB
- UNESP-Rio Claro. Dia 03 de dezembro de 2004 – 6ª feira. Tema: Preparação de velocistas e barreiristas no
atletismo Palestrante: Profa. Marysol Gaudenzi. Coordenadora: Profa. Dra. Sara Quenzer Matthiesen. Horário: 14 às 17 horas. Local: Sala 15 do Instituto de Biociências e Laboratório de
Motricidade Humana – DEF/
UNESP-Rio Claro. BREVE CURRÍCULO DOS PARTICIPANTES Adriano Percival Calvo – Graduando do Curso de Licenciatura de Educação
Física da UNESP – Rio Claro e integrante do GEPPA- Grupo
de Estudos Pedagógicos e Pesquisa em Atletismo, participou como bolsista do
Núcleo de Ensino da PROGRAD/UNESP -2003/2004 no desenvolvimento do Projeto
“Atletismo se aprende na escola”, além de participar do Projeto de Extensão
“Atletismo para crianças” em 2001 e 2002, da apresentação de trabalhos em
eventos científicos e do desenvolvimento de pesquisa relacionada ao ensino do
atletismo em 2002 e 2004. Augusto César de lima e Silva – Ex-atleta, graduando do Curso de Licenciatura de
Educação Física da UNESP – Rio Claro e integrante do GEPPA-
Grupo de Estudos Pedagógicos e Pesquisa em Atletismo, participou como
bolsista do Núcleo de Ensino da PROGRAD/UNESP – 2003 no desenvolvimento do Projeto
“Atletismo se aprende na escola”, além de participar do Projeto de Extensão
“Atletismo para crianças e jovens” entre 2002 e 2003, da apresentação de
trabalhos em eventos científicos e da publicação do artigo “Memórias do salto
triplo: entrevista com Nelson Prudêncio”. Bruna Carvalho– Graduanda do Curso de Bacharelado em Educação Física da UNESP-Rio
Claro, matriculada na disciplina “Estudos Avançados em Atletismo” em 2004. Eduardo Eugênio de Toledo - Graduando do Curso de Bacharelado em Educação Física da UNESP-Rio Claro, matriculado na disciplina “Estudos
Avançados em Atletismo” em 2004. Flórence Rosana Faganello –
Ex-atleta, graduada em Educação Física pela UNESP – Rio Claro e especialista
em Ciências do Treinamento Esportivo pela UNICAMP, integra o GEPPA- Grupo de Estudos Pedagógicos e Pesquisa em
Atletismo, participando do Projeto de Extensão “Atletismo para crianças e
Jovens” entre 2003 e 2004 e como bolsista do Núcleo de Ensino da PROGRAD/UNESP –
2003 no desenvolvimento do Projeto “Atletismo se aprende na escola”.
Atualmente, é professora do SESI-São Carlos e
técnica de atletismo da equipe CORRA/OWENS
CORNING de Rio Claro. Irene
Conceição Andrade Rangel – Docente
do Departamento de Educação Física da UNESP-Rio
Claro; Integrante do LETPEF - Laboratório de Estudos e Trabalhos Pedagógicos
em Educação Física; Pesquisadora na área de Educação Física escolar. Márcio Alves – Graduando do Curso de Bacharelado em Educação Física
da UNESP-Rio Claro, membro do GEPPA – Grupo de
Estudos Pedagógicos e Pesquisa em Atletismo, Bolsista PAE. Maria Joana Duarte Caetano– Graduanda do Curso de Bacharelado em Educação Física da UNESP-Rio
Claro, matriculada na disciplina “Estudos Avançados em Atletismo” em 2004. Marysol Gaudenzi – Técnica da Seleção Paulista 5
vezes nas categorias menores e juvenil; Técnica da Seleção Brasileira por 2
vezes nas categorias menores e juvenil; Professora pós-graduada da
Universidade de Franca; Coordenadora de Esportes de Patrocínio Paulista;
Técnica da Equipe de Franca e de Patrocínio Paulista; Técnica Nível I da CBAt; Árbitra da FPA; Membro da FPA da região. Michelle Harumi Matsushita – Graduanda do Curso de
Bacharelado em
Educação Física da UNESP-Rio Claro, matriculada na
disciplina “Estudos Avançados em Atletismo” em 2004. Roberto Bacchi
- Márcio Alves – Graduando do Curso
de Bacharelado em
Educação Física da UNESP-Rio Claro, membro do GEPPA
– Grupo de Estudos Pedagógicos e Pesquisa em Atletismo, Bolsista PAE. Sara Quenzer Matthiesen – Doutora em Educação;
Docente do Departamento de Educação Física responsável pelas disciplinas de
“Fundamentos do Atletismo” e “Estudos Avançados em Atletismo”; Coordenadora
do GEPPA – Grupo de Estudos Pedagógicos em Atletismo e do Projeto do Núcleo
de Ensino da UNESP/2003 e 2004: “Atletismo se
aprende na escola”; organizadora do livro: “Atletismo se aprende na escola”,
da Editora Fontoura. Suraya Cristina Darido - Docente
do Departamento de Educação Física da UNESP-Rio
Claro; Coordenadora do LETPEF - Laboratório de Estudos e Trabalhos
Pedagógicos em Educação Física e do Curso de Educação Física da UNESP/Rio Claro; Pesquisadora na área de Educação Física
escolar. Yumi Sasa – Graduanda do Curso de Licenciatura em Educação Física da UNESP-Rio Claro, membro do GEPPA – Grupo de Estudos
Pedagógicos e Pesquisa em Atletismo. SESSÃO DE IMAGENS MOVIMENTOS
COMOVENTES II. Sara Quenzer Matthiesen - Departamento de
Educação Física da UNESP-Rio Claro. Sinônimo de força e velocidade, beleza e
rendimento, o Atletismo, rico em movimentos que se valem das habilidades de
correr, marchar, saltar, arremessar e lançar, aguça nossa sensibilidade,
comovendo-nos ...Um simples olhar, porém atento,
para a cristalização de milésimos de segundos, eternizam imagens, muitas
vezes, despercebidas de momentos de ação e graça. Provocar o olhar e, com
isso, nossa percepção do quanto é belo e comovente o Atletismo! Eis o
objetivo desta 2ª edição da exposição de imagens: “Movimentos
Comoventes”, misto de emoção e determinação, reunindo23 fotografias de
rara beleza! 100
ANOS DE GLÓRIA OLÍMPICA. O filme, de 113 minutos, retrata parte da história dos Jogos
Olímpicos da Antiguidade e da Era Moderna, registrando imagens reais,
depoimentos de atletas de diversos
esportes, em especial, do atletismo em suas diferentes provas. CARROAGENS
DE FOGO O filme cujo título original é Chariots of fire de 1981 retrata, em seus 123
minutos, a história real de um missionário escocês e um judeu que
participaram como corredores nos Jogos Olímpicos de 1924. SESSÃO DE PALESTRAS E
MESAS-REDONDAS ATLETISMO
SE APRENDE NA ESCOLA: POSSIBILIDADES E DIFICULDADES. Sara Quenzer Matthiesen – GEPPA/Departamento de Educação Física da UNESP-Rio Claro. Pautada em justificativas de diferentes ordens, a triste realidade da
maioria das escolas brasileiras denuncia uma total negligência no que diz
respeito ao ensino do atletismo, contribuindo, inevitavelmente, para que
milhares de crianças praticamente o desconheçam. Contudo, a
fragilidade inerente às justificativas que sustentam que o espaço físico da
escola é inadequado; que o material específico é inexistente; que a complexidade técnica das provas é um
impeditivo para a aprendizagem e que o interesse das crianças por esta
modalidade esportiva é pouco comum, demonstram, paradoxalmente, que o
“atletismo se aprende na escola” ― ou ao menos, deveria. Não à toa,
todo aquele que entende ser o atletismo um elemento cultural, em especial, um
conteúdo clássico da Educação Física depara-se com as inúmeras possibilidades
de ensiná-lo em locais diversos, com base em materiais adaptados e jogos
pré-desportivos que garantem o interesse das crianças e sua possibilidade de
realização, permitindo, como deveria ser, o seu ensino, conhecimento e
difusão no âmbito escolar. ATLETISMO SE APRENDE NA ESCOLA: POSSIBILIDADES E
DIFICULDADES. Suraya Cristina Darido - LETPEF/Departamento de Educação Física da UNESP-Rio Claro As Olimpíadas se
constituem num dos principais eventos esportivos mundiais, mobilizando grande
parte da população do planeta. Quais são as suas mensagens? Que valores
transmitem? Como é possível tratar as Olimpíadas no contexto escolar? Nesta apresentação, de modo geral, pretendo
discutir as últimas olimpíadas e, particularmente o Atletismo, sobretudo no
que se refere às possibilidades de tratamento pedagógico destas temáticas no
ambiente escolar. Serão temas de análise: - o desempenho do país, - as
políticas públicas de esporte e a escola, - o discurso da mídia, - o uso de anabolizantes, o atletismo e seus valores subjacentes,
além de outros. SESSÃO DE OFICINAS PEDAGÓGICAS INTRODUÇÃO
AO ATLETISMO EM AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA.
Sara Quenzer Matthiesen, Flórence Rosana Faganello, Adriano Percival Calvo, Augusto César Lima e Silva. GEPPA/Departamento de Educação Física da UNESP-Rio Claro. O
trabalho com crianças, sobretudo no campo escolar é um bom começo para o ensino do
atletismo, modalidade que envolve habilidades motoras por elas utilizadas
cotidianamente. Não por outro motivo,
essa oficina terá como intuito desenvolver parte do material registrado no
caderno didático “Atletismo se aprende na escola” elaborado pelo GEPPA em
2003, divulgando uma série de atividades e jogos pré-desportivos envolvendo as
habilidades motoras básicas de marchar, correr, saltar, lançar e arremessar.
Pretendemos, com isso,
motivar o profissional
de Educação Física a buscar, por meio
de atividades recreativas que mesclem um conhecimento geral sobre as
habilidades motoras e um conhecimento
específico acerca das provas oficiais, aproximar seus próprios alunos do
universo do atletismo, levando-os a vivenciá-lo por meio do próprio corpo,
promovendo-lhe uma base para um aprofundamento técnico futuro. Nossa preocupação básica
será, portanto, uma introdução geral ao ensino do atletismo para crianças, lembrando que as
atividades propostas não devem ser tomadas como meras receitas de êxito rápido, mas,
compreendidas como uma orientação para a
elaboração de novas atividades condizentes com o espaço físico, turma
e objetivos da realidade de trabalho de cada profissional. UMA
TARDE NA PISTA DE ATLETISMO. Flórence
Rosana Faganello, Adriano Percival Calvo, Augusto César Lima
e Silva, Eduardo Eugênio de Toledo, Maria Joana Duarte Caetano, Michelle Harumi Matsushita, Yumi Sasa, Bruna Carvalho, Roberto Bacchi
e Sara Quenzer Matthiesen. Departamento de Educação Física da UNESP-Rio Claro. Tendo
em vista a dificuldade de espaço físico disponível à prática do atletismo e
visando a difusão desta bela modalidade esportiva, 70 crianças do Projeto ...... visitaram a pista
de atletismo da UNESP-Rio Claro, participando de
uma oficina pedagógica de 2 horas. Nessa oportunidade as crianças, além de
conhecerem uma pista oficial de atletismo e alguns implementos, vivenciaram
uma série de atividades introdutórias ao atletismo, como um estímulo ao
conhecimento e à sua prática permanente. INICIAÇÃO AOS SALTOS EM AULAS DE
EDUCAÇÃO FÍSICA. Sara Quenzer Matthiesen
e Augusto César Lima e Silva - GEPPA/Departamento
de Educação Física da UNESP-Rio Claro. O Atletismo, em especial os saltos, estão diretamente relacionados ao desenvolvimento global
da criança. Quer sejam em projeção horizontal (salto em distância e salto
triplo), quer em projeção vertical (salto em altura e salto com vara), os
saltos correspondem, também, a uma das atividades preferidas das crianças no
campo do atletismo, independentemente da idade. É nesse sentido que esta
oficina terá como intuito divulgar o material elaborado pelo – GEPPA (Grupo
de Estudos e Pesquisa em Atletismo) no caderno didático “Atletismo se aprende
na escola” de forma a contribuir para a inclusão desse conteúdo em aulas
regulares de Educação Física. JOGOS E
MATERIAS ALTERNATIVOS PARA O ENSINO DO ATLETISMO. Irene Conceição
Andrade Rangel – LETPEF/Departamento de Educação
Física da UNESP-Rio Claro. Tendo em vista a realidade de escassez de
materiais em muitas escolas, públicas e até mesmo particulares, para a
prática de Atletismo, a proposta desta oficina é a de confeccionar,
juntamente com os professores, materiais alternativos. Após a confecção dos
mesmos serão realizadas atividades em que o uso destes materiais seja
possível, bem como procuraremos discutir com os professores o por quê da
confecção dos materias, bem como quando e por quem
eles podem ser confeccionados. INTRODUÇÃO AO TRABALHO COM CORRIDAS. Sara Quenzer Matthiesen e Flórence
Rosana Faganello
- GEPPA/Departamento de Educação Física da UNESP-Rio Claro. Como uma das mais tradicionais provas do atletismo, a corrida
além de ser um movimento utilizado pelo homem desde sempre é uma das
atividades preferidas das crianças, presentes, portanto, em grande parte de
suas brincadeiras. Trabalhadas em suas diferentes formas (curtas ou
longas; com e sem obstáculos e/ou barreiras) sem apresentarem grandes
dificuldades em termos de execução, as corridas podem ser plenamente
desenvolvidas durante as aulas de Educação Física. Com base neste objetivo, esta oficina
procurará divulgar o material elaborado pelo – GEPPA (Grupo de Estudos e
Pesquisa em Atletismo) no caderno didático “Atletismo se aprende na escola”
de forma a contribuir para a inclusão dos diferentes tipos de corrida
nas aulas regulares de Educação
Física. INTRODUÇÃO AOS ARREMESSOS E LANÇAMENTOS
EM AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA. Sara
Quenzer Matthiesen e Adriano Percival Calvo - GEPPA/Departamento
de Educação Física da UNESP-Rio Claro. As
provas do arremesso do peso e dos lançamentos de dardo/pelota,
disco e martelo são passíveis de ensino no campo da Educação Física escolar
ainda que este seja um desafio para muitos de seus profissionais. Com esta
oficina, pretendemos ampliar a visão dos profissionais de Educação Física
fornecendo-lhes idéias e sugestões para o desenvolvimento e criação de novas
atividades e jogos pré-desportivos e/ou cooperativos relacionados a estas
provas tendo como pressuposto seu próprio espaço de trabalho, sobretudo no
campo escolar. ORGANIZAÇÃO DE COMPETIÇÃO DE ATLETISMO:
PROVAS DE CAMPO. Sara Quenzer
Matthiesen, Augusto César Lima e Silva, Flórence
Rosana Faganello - GEPPA/Departamento
de Educação Física da UNESP-Rio Claro. Bastante comuns no campo do atletismo, as
competições esportivas envolvem uma série de normas e regras a serem
seguidas. Com o intuito de promover uma introdução à organização de eventos
de atletismo, tomaremos como base o “Festival Universitário de Atletismo:
provas de campo” destinado a alunos de graduação e pós-graduação da UNESP-Rio Claro, discutindo, no campo teórico e prático,
as especificidades de uma competição desse porte. Nessa ocasião, os
participantes terão a oportunidade de atuarem na organização e arbitragem da
competição, realizada em um dos dias da oficina. PREPARAÇÃO DE VELOCISTAS E BARRERISTAS NO ATLETISMO – Profa. Marysol Gaudenzi – Franca, S.P. O principal objetivo da preparação dos atletas
está no alcance do resultado planejado o momento da principal competição da
temporada. Para atingir o objetivo
proposto é necessário observar as seguintes tarefas: determinar a condição
inicial do atleta; determinar a condição especial que deve ser atingida pelo
atleta; elaborar os programas das cargas de treinamento; controlar a condição
de preparação do atleta, incluindo as correções nos programas de treinamento. SESSÃO DE
PÔSTER 1. ATLETISMO
SE APRENDE NA ESCOLA: O PROJETO DO NÚCLEO DE ENSINO DA UNESP-RIO CLARO ENTRE
2003 E 2004. Sara Quenzer Matthiesen,
Adriano Percival Calvo, Augusto César Lima e Silva, Flórence
Rosana Faganello -Grupo de Estudos Pedagógicos e Pesquisa
em Atletismo do Departamento de Educação Física da UNESP-Rio
Claro. Este trabalho tem como objetivo apresentar o Projeto do Núcleo
de Ensino 2003 e 2004 da UNESP-Rio Claro intitulado
“Atletismo se aprende na escola” em suas duas versões: caderno didático e
oficinas pedagógicas. A necessidade urgente de sistematização do ensino desta
modalidade esportiva, sobretudo no campo escolar, levou-nos ao
desenvolvimento de pesquisa que culminou na elaboração de caderno didático, a
ser publicado como livro pela Editora Fontoura em 2004. Com base em pesquisa
bibliográfica acerca do ensino do atletismo e da organização de referências
bibliográficas nesse campo, procurou-se delinear orientações básicas aos
professores de Educação Física, de modo a orientá-los na introdução das crianças no universo de
movimentos próprios do atletismo, desmistificando as dificuldades de ensino
que, aparentemente, lhe parecem inerentes. Nesse sentido e visando a difusão
desse material, propusemo-nos, em 2004, a divulgá-lo por meio da realização
de oficinas pedagógicas destinadas a professores da rede pública e alunos de
graduação. APOIO: NE/PROGRAD/UNESP. 2. O ATLETISMO COMO
CONTEÚDO DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR: PESQUISA COM UNIVERSITÁRIOS DA UNESP/RIO CLARO EM
2004.
Adriano Percival Calvo, Sara Quenzer Matthiesen - Grupo de Estudos
Pedagógicos e Pesquisa em Atletismo, Departamento de Educação Física, UNESP-Rio Claro. Tendo em vista os resultados encontrados em
estudo realizado com graduandos do Curso de Educação Física da UNESP – Rio
Claro matriculados na disciplina “Fundamentos do Atletismo” em 2002,
que constatou deficiências em relação ao ensino do Atletismo no âmbito
escolar, repercutindo num total desconhecimento sobre essa modalidade
esportiva por parte dos alunos ao ingressarem no Ensino Superior, procuramos
refazer este estudo em 2004 a fim de evidenciarmos, com mais clareza, a
realidade do ensino do Atletismo na escola.
Os dados foram coletados a partir de um questionário aplicado aos
universitários matriculados na disciplina de “Fundamentos do Atletismo” em 2004, antes que os mesmos tivessem qualquer
contato com esta modalidade dentro da disciplina. A análise preliminar dos
dados indicou que dos 58 entrevistados, 36 (62%) não tiveram contato com o
Atletismo no ensino fundamental e/ou médio, enquanto 22 deles (38%) tiveram
contato, com este esporte, durante o mesmo período. Para 18 destes
entrevistados, este contato ocorreu por meio de aulas de Educação
Física; para 3 deles o contato ocorreu por meio da participação em equipes
representativas da escola e para 1 entrevistado esse contato ocorreu por meio
da participação em competições internas da escola. Notamos, também, que o
conteúdo predominante esteve relacionado ao desenvolvimento de corridas de
velocidade e resistência e/ou saltos em distância e em altura. Outro
apontamento encontrado é que dos 58 entrevistados, 7 participaram de equipes de Atletismo sendo
que desses, 5 tiveram Atletismo na escola, demonstrando, em parte, que a vivência de uma modalidade esportiva na
escola pode estimular o aluno a procurar aprofundamento desta modalidade fora
do ambiente escolar. Por fim, diríamos que os resultados apontam que a
deficiência em relação ao ensino do Atletismo na escola é evidente,
requerendo novos
estudos e maior difusão. 3. ATLETISMO PARA JOVENS E ADULTOS. Flórence
Rosana Faganello, Augusto César de Lima e Silva, Sara Quenzer
Matthiesen - UNESP/Rio
Claro. Com base na
estruturação de uma equipe de Atletismo, a Owens Corning
em contato com a UNESP, reúne, às 3a e 5a feiras das 17:30 às 19:00 horas
atletas interessados no treinamento de atletismo. Formado por atletas
praticantes de pedestrianismo (alguns dos quais integrantes da Equipe
Corra) universitários e colegiais, o grupo participa, desde 2003, de
treinamentos elaborados com base em testes físicos periódicos, propiciando um
melhor preparo para a participação em competições. Entre outras, os
integrantes do grupo participaram de competições importantes como os Jogos
Regionais, o Campeonato Master de Atletismo, que
oferece várias competições ao longo do ano, a Meia Maratona Internacional do
Rio de Janeiro e a Corrida Integração de Campinas. Objetivando ampliar a
equipe e, com isso, as possibilidades de patrocinadores, espera-se, num curto
espaço de tempo, criar condições para a filiação da equipe, em diferentes
categorias, junto a Federação Paulista de Atletismo, ampliando as
possibilidades de competição e motivação dos atletas. 4. ATLETISMO PARA CRIANÇAS E JOVENS: RELATO DO
PROJETO DE EXTENSÃO DESENVOLVIDO NA UNESP-RIO CLARO. Sara
Quenzer Matthiesen, Flórence
Rosana Faganello, Augusto César de Lima e Silva
– UNESP/Rio Claro. O Projeto de Extensão:
“Atletismo para crianças e jovens”,
desenvolvido na pista de atletismo da Unesp – Rio Claro desde 1999,
acontece às 3ª e 5ª feiras, das 16:00 às 17:30 horas na pista de atletismo da
Universidade. Objetivando uma prática
educativa, através de jogos pré-desportivos envolvendo as habilidades motoras
básicas de marchar, correr, saltar, lançar e arremessar, as crianças e jovens
participantes do projeto, entraram em contato com o atletismo, conhecendo a
especificidade técnica e normativa de suas regras e movimentos básicos.
Contando com a participação de alunos colaboradores do Curso de Educação
Física da UNESP/Rio Claro, de uma professora
colaboradora e uma coordenadora geral, o Projeto conta com o apoio da empresa
Owens Corning, para o desenvolvimento de melhores
oportunidades de atividades vinculadas ao atletismo. 5.
RELEMBRANDO O FESTIVAL UNIVERSITÁRIO DE ATLETISMO: PROVAS DE PISTA E CAMPO DA
UNESP/RIO CLARO ENTRE 1999 e 2004. Sara Quenzer Matthiesen
e Augusto César de Lima e Silva - Grupo
de Estudos Pedagógicos e Pesquisa em Atletismo do Departamento de Educação
Física da UNESP-Rio Claro. Voltado
a graduandos e pós-graduandos da Unesp-Rio Claro, o
Festival Universitário de Atletismo visa despertar o interesse pela prática
do atletismo no âmbito da Universidade. Atrelado à disciplina de “Fundamentos
do Atletismo” no primeiro semestre e à disciplina “Estudos Avançados em
Atletismo” no segundo semestre, o Festival hoje em sua 9a edição,
concentra provas tais como: 100 metro rasos, 3000
metros rasos, 5000 metros rasos, salto em distância, salto em altura e
arremesso do peso, lançamento do disco e lançamento do martelo. Assim, em suas versões: prova de pista e
provas de campo, o Festival, que ocorre desde 1999, tem ampliado o número de
participantes, alguns dos quais começam a praticá-lo com maior freqüência
durante todo o ano. 6.
MEMÓRIAS DO SALTO TRIPLO: REGISTRO DE UMA “HISTÓRIA QUE NÃO SE CONTA” - Augusto César Lima e Silva,
Sara Quenzer Matthiesen,– Grupo de Estudos Pedagógicos e Pesquisa em
Atletismo do Departamento de Educação Física da UNESP-Rio
Claro.
Compactuando
de várias regras com o salto em distância, o salto triplo hoje corresponde a
uma prova oficial do atletismo tanto masculino como feminino que para além da
normatização das regras e movimentos próprios que garantem a
sua especificidade técnica, tem uma história que deve ser resgatada e
ensinada para os alunos dentro da escola, em especial em aulas de Educação
Física. Ainda que esse seja um processo de difícil reconstrução, há muito,
nesta perspectiva, a ser ensinado sobre o atletismo. Ainda que poucos
conheçam as particularidades de uma “história que não se conta”, nomes como
os de Adhemar Ferreira da Silva, Nelson Prudêncio e
João Carlos de Oliveira são capazes de nos trazer belas lembranças. Não à
toa, este trabalho procurou deter-se no registro de uma história pouco
conhecida e que merece ser resgatada e difundida, sobretudo no campo escolar.
Nesse sentido, procuramos registrar parte de uma entrevista gentilmente
concedida por Nelson Prudêncio, em março de 2002, procurando resgatar
detalhes que nos ajudam a compreender as particularidades desta modalidade
esportiva, em especial, do salto triplo, responsável pela revelação de
grandes nomes do atletismo brasileiro e mundial e que deve ser de
conhecimento comum, sobretudo no campo escolar. 7. OS
MÉTODOS DE TREINAMENTOS “ANTIGOS” DE CORRIDAS DE FUNDO FORAM DESCARTADOS
ABSOLUTAMENTE NA ATUALIDADE? Yumi Sasa e Sara Quenzer
Matthiesen. Grupo de Estudos
Pedagógicos e Pesquisa em Atletismo do Departamento de Educação Física da UNESP-Rio Claro. Por meio deste trabalho procuraremos caracterizar os principais métodos de treinamento adotados por corredores de fundo no decorrer da história dos Jogos Olímpicos comparando-os com os utilizados atualmente pelos principais nomes do atletismo mundial. Ao confrontarmos os treinamentos de fundistas em diferentes épocas esperamos evidenciar se os métodos “antigos” de treinamento ainda são utilizados na atualidade ou se foram descartados em função da evolução científica e tecnológica crescente no campo esportivo. 8.
CONVERSAS COM QUEM GOSTA DE ATLETISMO I e II. Sara Quenzer Matthiesen e Roberto Bachi
– Grupo de Estudos Pedagógicos e Pesquisa em
Atletismo do Departamento de Educação Física da UNESP-Rio
Claro. Entre maio e outubro de 2002 e nos
dias 02 e 03 de outubro de 2003 realizamos, inspirados nas “Conversas com
quem gosta de ensinar” de Rubem Alves, o evento “Conversas com quem gosta de
atletismo” na UNESP-Rio Claro. De forma mensal, na
1ª edição do evento em 2002 e de forma concentrada em dois dias, na 2ª edição
em 2003, recebemos convidados experientes para a realização de palestras e
mesas-redondas sobre temas diversos no campo do atletismo, dentre os quais
destacaríamos: “Caminhada e a Power walking”; “Memórias do salto triplo”, “Estrutura e
metodologia do treinamento de corridas de fundo”, “Performance de atletas
brancos e negros em provas de corridas de fundo”, “Comparação entre a
aprendizagem dos estilos Fosbury-flop e Hay de salto em altura em escolares de 15 e 17 anos”,
“Aspectos metodológicos e fisiológicos do treinamento de corridas de
velocidade” na edição de 2002. No segundo encontro, em 2003, realizamos uma
exposição de imagens intitulada: “Movimentos Comoventes II”, assistimos à
performance “Dançando o atletismo” e às mesas-redondas: “Atletismo se aprende
na escola”, “Especificidades do treinamento de corridas de velocidade”,
“Especificidades do treinamento de saltos”, Especificidade do treinamento de
arremessos e lançamentos”, “Especificidades do treinamento de corridas de
meio fundo e fundo”, além da sessão de pôster que contou com a apresentação
de 18 trabalhos de pesquisa e/ou relatos de experiência no campo do
atletismo. O entusiasmo dos participantes e a certeza de que é preciso
discutir cada vez mais o atletismo de modo a contribuirmos com a sua difusão,
motivou-nos à realização da terceira edição do evento, entre setembro e
dezembro de 2004, sobretudo, como forma de divulgação do trabalho do Núcleo
de Ensino da UNESP e do Grupo de Estudos Pedagógicos e Pesquisa em Atletismo
realizado nos últimos anos. Apoio parcial: PROGRAD. 8. ATLETISMO PARAOLÍMPICO – Márcio Alves e Sara Quenzer Matthiesen - Grupo de Estudos Pedagógicos e
Pesquisa em Atletismo do Departamento de Educação Física da UNESP-Rio Claro.
No Brasil e no Mundo, há
poucas oportunidades para a prática de esportes por portadores de deficiência
ainda que países, como a Espanha, por exemplo, possuam programas específicos
destinados a este público. Entretanto, vários países, dentre os quais o
Brasil, participam dos Jogos Paraolímpicos
(paraolimpíadas) cuja participação dos atletas
ocorre em função do grau de deficiência. É neste sentido que este trabalho
tem como objetivo verificar, por meio de revisão bibliográfica, como a
modalidade esportiva atletismo tem sido desenvolvida nos Jogos Paraolímpicos, identificando as principais provas,
categorias, classes, sistemas de classificação, recordes e principais
representantes brasileiros. Com isso pretendemos ampliar o leque de
informações referentes ao atletismo paraolímpico
reunindo subsídios para um aprofundamento específico em estudos futuros. 9. OS MÉTODOS DE TREINAMENTOS “ANTIGOS”
DE CORRIDAS DE FUNDO FORAM DESCARTADOS ABSOLUTAMENTE NA ATUALIDADE? Yumi Sasa
e Sara Quenzer Matthiesen. Grupo de
Estudos Pedagógicos e Pesquisa em Atletismo do Departamento de Educação
Física da UNESP-Rio Claro. Por
meio deste trabalho procuraremos caracterizar os principais métodos de
treinamento adotados por corredores de fundo no decorrer da história dos
Jogos Olímpicos comparando-os com os utilizados atualmente pelos principais
nomes do atletismo mundial. Ao confrontarmos os treinamentos de fundistas em diferentes épocas esperamos evidenciar se os
métodos “antigos” de treinamento ainda são utilizados na atualidade ou se
foram descartados em função da evolução científica e tecnológica crescente no
campo esportivo. |