Laboratório de Atividade Física e Envelhecimento
ATIVIDADE FÍSICA E HIPERTENSÃO
Objetivo:
Investigar o efeito do exercício isométrico em diferentes intensidades na sensibilidade à dor em idosos e hipertensos.

 
Equipe

Mestrandas:
- Sandra Aires Ferreira

Graduados:
- Marilia Ceccato 

Graduandos:

 
Horários das Atividades

Profit - Programa de atividade Física Terceira Idade:

  segunda / quarta / sexta
Musculação 1 07:00 às 07:45
Musculação 2 07:45 às 08:30

Ativ. Física geral

Terça 07:00 às 08:00
Quarta 07:00 às 08:00
Quinta 07:00 às 08:00

 
Atividade física e Hipertensão

Pesquisas têm demonstrado que a hipertensão arterial está intimamente associada a menor sensibilidade à dor músculo-esquelética (hipalgesia) (Guasti et al., 1999; Fillingim & Maixner, 1996). Considerando que a dor é um mecanismo que indica que algo indesejável esta ocorrendo em nosso organismo, a falta de sensibilidade a ela pode ocultar informações neurofisiológicas importantes. A dor é percebida sempre que qualquer tecido estiver sendo lesado e faz com que o indivíduo reaja para remover o estímulo doloroso. Na prática, uma pessoa é capaz de perceber a dor quando a pele é aquecida a uma temperatura superior a 45 graus. Se persistir e/ou intensificar a agressão os tecidos acometidos são lesados. A intensidade da dor também está intimamente relacionada a intensidade de lesão tecidual a partir de causas outras que não sejam o calor tais como infecções bacteriana, isquemia, contusão, entre outras (Guyton & Hall, 1996).

Estudos com animais demonstraram uma associação de comportamento hipalgésico (menor sensibilidade de dor) para hipertensão arterial. Em um estudo com ratos foi confirmado à inibição de uma função sensória na hipertensão arterial (Randich & Robertson, 1994). Em outro observou-se que um opióide (sistema de analgesia) normalizava o aumento do limiar de dor em ratos hipertensos, sugerindo a implicação de um peptídeo opióide nessa forma de hipalgesia. Em humanos, a redução da percepção de dor pode estar descrita em sujeitos com aumento dos valores de pressão sanguínea e em hipertensos com doença arterial coronária (Rosa et al., 1994; Guasti et al., 1995; Falcone et al., 1997).

Apesar das evidências associando a menor sensibilidade à dor com a hipertensão, no Brasil observa-se uma grande carência de estudos que abordam o assunto. Com isso é de grande necessidade um levantamento que investigue a presença e o nível de percepção de dor em pessoas com e sem pressão arterial elevada.

 
Galeria de Fotos
Foto: Galeria Hipertensão Foto: Galeria Hipertensão
Foto: Galeria Hipertensão Foto: Galeria Hipertensão
 
       
Política de Privacidade     Política de Serviço
UNESP - Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho"
Campus de Rio Claro
Tecnologia, Desenvolvimento, e Layout:
Assessoria de Informática
- Grupo de Tecnologia da Informação
Manutenção da Página: Serviço Técnico de Informática - STI Rio Claro
Protegido por